Arqui vence Santa

Por Ulysses de Faria

O Colégio Arquidiocesano venceu o Santa Cruz por 7 a 2. Na equipe do Arquidiocesano, um desfalque: Marina Caron apareceu de muletas. Não jogaria após ter machucado seu ligamento no treino. Estava lá para torcer pelas companheiras. Na primeira etapa, o Arqui jogou muito melhor que o Santa Cruz, vencendo o primeiro tempo por 5 a 2.

A queda de rendimento na segunda etapa é justificada pela treinadora Adriana Lima: “A equipe que jogou no primeiro tempo está junta há mais tempo que a equipe do segundo. Temos de dar oportunidade a todas, mas esta equipe vai longe”. O técnico do Santa Cruz, professor Kazuo, justificou a derrota: “A gente veio só com 6, e sem os destaques do time”.

Tamanho Não é Documento

Por Marília Costa

Na segunda-feira dia 29, às 18h iniciou-se o jogo de basquete feminino pré-mirim (10 a 12 anos) entre os colégios Playpen e Santa Cruz. No primeiro tempo, quem abriu o placar foi o Santa, que saiu na frente com 4 pontos de diferença, entretanto ao fim dos primeiros 15 minutos, o placar do primeiro tempo foi de 10 a 5 para o Playpen.

No início do segundo tempo a diferença de pontos entre os dois colégios aumentou ainda mais: o placar final foi de 28 a 13, concretizando assim a vitória do colégio Playpen que embora apresentasse  jogadoras de menor estatura, mostrou melhor qualidade tática. Nem no basquete tamanho é tudo!

Santi nas cabeças!!

Por Karyn Souza

A partida de vôlei entre as meninas do Humbolt e do Santi foi uma das primeiras da noite e aqueceu o clima gelado da quadra 02 do colégio. Ambos os times haviam demonstrado grande talento nas partidas anteriores e, o encontro entre as duas das principais equipes do campeonato foi um grande espetáculo de técnica e persistência.
A partida foi muito equilibrada, ambos os times se mostraram muito concentradas na partida e demonstraram grande entrosamento entre suas jogadoras. Tanto talento culminou, então, no empate entre as duas equipes: o primeiro set vencido pelo Humbolt e o segundo pelo Santi. Mas, após o início do terceiro e decisivo set, a equipe do Santi mostrou o porquê de ter se tornado um dos principais nomes da edição 2011 do Interband. Enquanto as adversárias começavam a se desesperar diante da pressão do jogo, a equipe do Santi manteve a calma e conseguiu virar o jogo. Contudo, o Humbolt não se entregou e continuou dando muito trabalho ao adversário. Apesar de muito equilibrada, a partida acabou com a vitória do Santi que é, desde ontem, finalista da competição.

 

Pré-pré-mirins

Por Maria Alice

Na torcida do InterBand, a animação dos pais e da família dos jogadores era grande, mas alguns indivíduos se sobressaíam no meio da multidão: crianças menores de 6 anos esbanjavam alegria e energia na torcida pelo time de seus familiares! Durante o jogo de futsal entre Magno e Lourenço Castanho, um bebê de aproximadamente dois anos vibrava com a partida, pulando e batendo palmas com os gols, botando as mãozinhas na cabeça e soltando um “Uh!” desapontado quando a bola não acertava a rede e levantando-se com os olhinhos arregalados quando a bola chegava na área. Isso e ele nem era familiar com nenhum jogador, estava no InterBand para ver o irmão da Vila no handebol mais tarde!
Já durante o jogo do Pioneiro contra Bandeirantes, pequenas criancinhas asiáticas corriam durante os breves intervalos pela quadra e imitavam o posicionamento das meninas. Quando a bola estava em jogo, sentavam-se, atentos, mas logo distraíam-se e voltavam a brincar. Quando o jogo não entretia, sentavam-se com os pais e ligavam os gameboys.
Por fim, no handebol entre Móbile e Arqui, uma menina (a maior pequena torcedora até agora), sorridente, acompanhava o jogo alegremente e gritava com todo o ar dos pulmões quando os pontos eram marcados. Corria para perto do seu pai, empunhando bastões infláveis e, em seguida riam-se e torciam juntos. A animação do InterBand contagia, de fato, gente de todas as idades e escolas.

Vitória surpreendente

Por Giovana Baptista

A disputa de basquete feminino da categoria infantil ficou hoje , dia 25 , entre as escolas St Pauls e Pinheiro . O jogo começou bem equilibrado e permaneceu 2 X 2 por bastante tempo. Contudo , após o primeiro pequeno intervalo durante o primeiro tempo a equipe da escola St Pauls fez uma cesta atrás da outra . Abriram uma grande vantagem e iniciaram o segundo tempo com 15 pontos de vantagem (St Pauls  17 x 2 Pinheiro) e mantiveram esse ritmo: as jogadoras continuaram se empenhando e o técnico continuou dando instruções , vibrando a cada novo ponto. O jogo terminou com 22 (St Pauls) X 2 (Pinheiro) . A vitória surpreendeu muitos que assistiam a partida , pois a equipe da escola St Pauls possuía em sua maioria jogadoras do time mirim , já que não havia meninas suficientes para compor o infantil. Ganharam os dois jogos e portanto vão disputar a final contra o bandeirantes . Elas são a prova que idade e tamanho  não são documento.

Santo Inácio ou Santi, escola continua sendo um dos grandes nomes na competição

Por Angela Nogueira

Nas costas do casaco de Orlando Gabrielli Junior, 55, treinador da equipe da – agora chamada – Escola Santi, ainda está gravado em letras azuis claras ‘Escola Santo Inácio’. Nesta quarta-feira, dia 24, ele acompanhava a equipe do pré-mirim masculino durante o jogo contra o colégio Villare, que terminou em 2 sets à zero para a equipe do técnico.

A mudança de nome ocorreu há dois anos, para marcar os 40 anos da escola. Desde então, as cores símbolo mudaram de azul e branco para azul e amarelo e os uniformes de jogo foram trocados. A qualidade das equipes, porém, continua a mesma. Nem a reputação como um dos gigantes do vôlei escolar foi abalada, segundo Orlando. “No começo deu um pouquinho de confusão, porque eu avisei algumas escolas, mas não todas. Mas depois que elas entenderam que a Santi era o Santo Inácio, continuou igual.”

Com apenas quatro times, a escola consegue ser um dos favoritos da competição, por ter levado para casa títulos em 2010, 2009, 2008 e 2007, para citar apenas alguns anos. Mas o Interband não é a única competição em que a antiga Santo Inácio tem atuação de destaque. Nesse ano, na Liga Paulista de Voleibol, ambas as equipes da categoria A14 – equivalentes ao mirim – chegaram em segundo lugar de suas chaves. A competição continua até o final do ano, onde será determinado o campeão do estado.

O bom desempenho não é de hoje. O grande segredo da Santi é o técnico que, há 30 anos, treina o esporte na escola e já lhe trouxe títulos como o vice-campeonato brasileiro nos Jogos da Esperança, da Rede Globo, há mais ou menos uma década.

Ele explicou porque o vôlei foi o escolhido para ser o oficial da instituição. “Porque quando eu entrei [na Santo Inácio] não tinha nada na Educação Física. O pátio era de areia, mas eu comecei a praticar os esportes mesmo assim. O basquete e o handebol não dava pra bater a bola, e o único que dava para praticar era o vôlei.”. Ele conta que até já teve equipes de futsal e handebol, “mas quando a escola começou a crescer e os treinos e aulas começaram a tomar mais tempo, tivemos que escolher. E aí o vôlei já tinha tradição, já tinha força”.

Habitué do evento desde seu início, Orlando diz que a edição de 2011 está no mesmo patamar que as outras, mas faz uma ressalva. “ Só atrapalha quando chove. A direção [do Colégio Bandeirantes] deveria pensar em cobrir pelo menos uma das quadras”. No colégio, só é possível jogar vôlei nas duas quadras externas, uma vez que o pé direito baixo do ginásio impede que se jogue corretamente, o que impossibilita os jogos em dias de chuva, como aconteceu neste sábado, dia 20.

Os próximos jogos da Santi serão no sábado, dia 27. Mesmo tendo perdido uma partida para o Mazzarello, o pré-mirim feminino continua na disputa. Além disso, a escola participará da OliArqui, competição intercolegial do Colégio Marista Arquidiocesano, que acontecerá entre 16/09 e 1/10.

E Orlando, pretende deixar de comandar as equipes? “Por enquanto não, eu continuo.”