Apito final

Gols, saques, xeque-mates, cestas, vibração. Nada escapou aos olhos atentos dos repórteres do Blog do Interband, que entaram em quadra para trazer os lances e curiosidades do campeonato até você. Graças ao trabalho de toda equipe de organização do Interband, do Departamento Cultural, Departamento de Esporte e à dedicação dos alunos, a torcida pode acompanhar no blog, no twitter e, pela prmeira vez, no facebook, toda a emoção das disputas entre grandes times escolares de São Paulo.

Além de informar o público, o blog do Interband é um projeto muito interessante para os alunos que se interessam pelo jornalismo, confira o que nossos repórteres acharam dessa experiência:

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Final Futsal Masc Mirim – Arqui x Sabin

Por Maria Alice Gregory

O Interband, em seus últimos suspiros, apresenta um dos jogos mais decisivos e esperados do evento: a final de futsal mirim masculino entre Arquidiocesano e Albert Sabin. O clima fim-de-Interband contagiou um pouco a ambos times, que antes do jogo mostravam-se tranquilos e relaxados. A maioria dos pais estava presente; mesmo que não tivessem comparecido a todos os jogos, este não poderia ser perdido em hipótese alguma.

O técnico do Arqui, Jurandir, aguardava o time ao lado do ginásio. Na entrevista, respondeu não estar ansioso: “Não é nossa primeira final, e nem será a última.”, afirmou. Segundo ele, o time teve um excelente desempenho ao longo do campeonato e que esperava que pudessem fechar com chave de ouro apenas por continuar fazendo o mesmo que foi feito durante este tempo todo.

Do outro lado da quadra, Valdinei, técnico do Sabin, comentava com alguns pais que a semana havia sido movimentada e que isso os havia impedido de treinar. No entanto, respondeu à entrevista de forma calma e alegre; confirmou a empolgação dos jogadores, que brincavam entre si fazendo piadinhas e comentários do jogo em andamento e afirmou ter ótimas expectativas sobre o jogo do dia, uma vez que não haviam perdido um jogo sequer ao longo do Interband. A confiança, no entanto, deixava transparecer certo receio: ambas escolas já haviam se enfrentado em finais de campeonatos semelhantes (e também de outras modalidades) e a rivalidade prometia um jogo disputado e com grau técnico bem elevado.

Finais de campeonato admitem certos luxos que os outros jogos ‘comuns’ não permitem: um aquecimento mais elaborado e demorado, mais tempo de conversa com o técnico e prática de chutes e passes em um intervalo de tempo maior. A partida começou pontualmente às 4 horas. Nos 10 primeiros minutos de jogo, Arqui emplaca com o primeiro gol, seguido de um tempo pedido pelo técnico do Sabin. Foi notável o grande número de faltas durante a partida, em sua maioria cometidas pelo Arqui (os jogadores, em geral, eram maiores do que os do Sabin e isso os dava certa vantagem nas avançadas, mas deixava-as mais agressivas também). Enquanto isso, os meninos do Sabin mostravam seu nervosismo, adquirido após o primeiro gol, errando passes e chutes ao gol frequentemente. Valdinei pede tempo, e conversa com o time, dando-lhes novas táticas. A medida mostra-se eficaz: não demora muito até que saia o segundo gol do jogo, desta vez marcado pelo Sabin. Ambos times, ao final do primeiro tempo, mostravam-se incomodados pelo calor do ginásio e pelo sol escaldante que iluminava boa parte da quadra.

Intervalo. Arqui conversa com o técnico, Sabin pratica jogadas e tiros de meta. Começa o segundo tempo. Não muito depois, uma falha do goleiro dá brecha a mais um gol do Arqui. E logo depois, sai mais um gol, mas que foi anulado pelo árbitro, causando revolta geral na torcida e em Jurandir. Valdinei levanta as mãos, como quem diz que concorda e continua centrado no jogo. Mais uma falta, dessa vez do Sabin, rende o último gol do Arqui, deixando o placar 3×1. O ataque extremamente agressivo do Arqui revolta um pai do Sabin na torcida, que invade a quadra em pleno jogo para reclamar com o árbitro, alegando que este não marca todas as faltas cometidas pelo oponente e que estivesse sendo favorável ao Arqui. Depois do desentendimento, o pai é afastado e o jogo segue como antes.

Fim de jogo, três gols do Arqui contra um do Sabin marcam a vitória do Arquidiocesano do futsal mirim masculino do Interband de 2011.

Destaque e Medalha de Ouro no Futsal

Por Gabriel Fabri


O Colégio Bandeirantes derrotou o Sagrado Coração de Jesus no futsal, na categoria juvenil feminino. Após um primeiro tempo acirrado, que culminou em 0 a 0 e um torcedor expulso da quadra, no segundo tempo a craque Fernanda marcou um gol para o Bandeirantes, garantindo a vitória do time da casa.

A capitã do time, Tathiane Franco, foi entrevistada pelo blog com o troféu e o certificado da vitória em mãos, além da camiseta de DESTAQUE do time e sua medalha de ouro. Confira o que ela tem a dizer:

Como você está se sentindo depois de um jogo tão difícil e uma vitória tão incrível do seu time, sendo ainda o grande destaque dele?

– Muito feliz, emocionada. To quase chorando!

Como foi participar do Interband?

– Foi desafiante, essa final principalmente

Você treina muito?

– Costumava treinar bastante, mas agora no terceiro ano é difícil ter tempo.

Você pretende seguir carreira de jogadora?

– Não, mas pretendo jogar muito ainda!

Foi a primeira vez que você ganhou o primeiro lugar?

– Não, acho chato dizer quantas já ganhei, mas foi mais de dez vezes!

O que achou da pequena, mas significante, torcida que vocês receberam? Seu

amigo foi até expulso da quadra…

– (Risos) Torcida sensacional!

O que te motiva a jogar e ganhar?

– Meu time, com certeza. Só ganho porque amo as meninas!

Você tem alguma consideração final a fazer para o blog?

– Amo as meninas do time, meu técnico, minha torcida e o repórter dessa entrevista!

O blog agradece Tati pela entrevista e parabeniza todas jogadoras!

 

Bandeirantinas vencem Play Pen na final do pré-mirim de Basquete

Por Gabriel Fabri

Hoje é dia de festa para as meninas do Band! A equipe disputou a final do campeonato com a Play Pen e ganhou numa partida emocionante. No primeiro tempo, o time da casa ganhou com folga de 09 a zero, sendo que ao final, duas meninas que chegaram atrasadas completaram o time e equilibraram a partida. No segundo tempo, a Play veio com mais garra e quase virou o jogo, chegando a seis pontos, contra nove do Band. Mas as bandeirantinas jogaram muito e venceram por 13 a 06.

Após receber a medalha de segundo lugar e a camiseta de destaque, Juliana do Play Pen falou um pouco ao blog. Disse que gostou de participar, mas estava um pouco triste porque seu time perdeu a final. Também comentou que sempre tem uma adrenalina a mais quando se joga com amigas e colegas, e outra jogadora completou a fala da Ju: ‘Na próxima, vamos ganhar’.

As primeiras-colocadas fizeram questão de ter seus nomes publicados aqui. São elas: Carolina, Daniela, Flávia, Fernanda, Gabriela, Irma, Manuella, Marina, duas Marinas (uma delas ganhou a camiseta de DESTAQUE do time), Natalia e Thais.

Sobre este time, o treinador, em entrevista ao blog, revelou que as meninas são um dos melhores times que ele já treinou e que elas lhe dão muito orgulho. E ainda deixa um recadinho: “Se elas continuarem com todo esse ritmo, tem chances de trazer ainda muitas vitórias ao Band!”.

Antes de receberem suas medalhas, as meninas, eufóricas com a conquista, falaram algumas palavrinhas para o blog: estão orgulhosas e felizes, já que treinaram bastante e esse é o segundo campeonato que o time ganha esse ano! Não acharam difícil ganhar essa final, mas pela alegria delas, deu para perceber que foi bem gratificante!


Magno vence Band na final de basquete

Por Fabíola Kim

Tensão é a palavra. A final de basquete na categoria pré-mirim masculino foi disputada entre os colégios Bandeirantes e Magno, duas escolas que já se conheciam, com tradição de disputas acirradas. Mas o resultado era meio imprevisível – não era a primeira vez na modalidade, mas sim na categoria. Desde o aquecimento a rivalidade amigável (é bom deixar claro desde já!) era visível e audível: os jogadores percorriam o ginásio com um grande estrondo, experimentando lances, acostumando-se ao ambiente, às distâncias, à altura da cesta, etc. O Bandeirantes mostrou maior dinamização desde o começo, talvez porque não sentiam estranheza pelo ginásio, onde depositaram seu suor por muitas manhãs de treino. Mas a familiaridade nunca foi o maior fator para garantir a vitória, como bem se sabe pela história do esporte. Ao lado da técnica, da dedicação e do entusiasmo, a sorte se aponta também como um dos fatores que levam um time à vitória.

A alguns minuto do início do jogo, o treinador do Magno, Marco Antônio, ou “Marquinho”, segundo suas próprias palavras, foi entrevistado para dizer quais eram as suas expectativas para essa final. Ele afirmou que seria um jogo difícil, “brigado”, daqueles que o clichê “que vença o melhor” cabe perfeitamente. Quanto à rivalidade entre as duas escolas, Marco não negou que existia, mas fez uma ressalva dizendo que era uma rivalidade sadia; os professores de ambas escolas eram amigos, e o colégio Magno sempre participava dos torneios do Interband, assim como o Bandeirantes vinha jogar no colégio Magno.

Como todo bom treinador, Marco sempre mantinha um olho nos jogadores durante a entrevista, e perguntando-lhe quanto à ansiedade diante do jogo, ele disse que os seus jogadores estavam bastante ansiosos, ao passo que ele próprio estava mais tranquilo por atuar nesse ramo já há bastante tempo.

O jogo iniciou-se bem disputado desde o primeiro minuto, deixando clara a tensão da final. A perspectiva de sua escola ser o primeiro lugar instigava os jogadores, e também a arquibancada- gritos de torcida e de sugestão de técnica mesclavam-se com as pisadas estrondosas e com o silvado do apito. Nos primeiros dois minutos do jogo o Magno já saiu com vantagem de 4 pontos. O ataque era bastante forte e, várias vezes, penetrava a defesa da equipe da casa. Houve muitos momentos aflitivos dentro do “garrafão”, onde os jogadores tentavam arremessar a bola várias vezes, e ela, quase como se tentasse a paciência das equipes, percorria toda a circunferência da cesta para bater num canto dela e voltar ao chão. Durante todo o primeiro tempo, o colégio Magno foi aumentando o abismo de pontos e, conforme essa diferença aumentava cada vez mais a seu favor, a equipe foi se animando e, em vez de sentir cansaço, passaram a jogar com mais confiança e destreza. A equipe do Bandeirantes, apesar de sentir pressão para marcar pontos e tentar virar o jogo, não facilitou em nenhum momento para que o time adversário pontuasse. No entanto, o primeiro tempo encerrou com o placar de 20 a 2 para Magno.

No segundo tempo, a torcida do colégio Bandeirantes tentou animar os jogadores; o técnico experimentou colocar outras pessoas no time, mas o Magno estava a todo vapor. Terá sido o efeito da torcida? Logo nos primeiros minutos do segundo tempo, o Bandeirantes fez cestas seguidas, deixando a arquibancada eufórica. Mas o colégio Magno estava determinado a vencer essa disputa: encerrou o jogo com um placar de 39 a 8.

Durante a premiação, uma comprovação do velho ditado “tamanho       não é documento”; apesar de que no basquete, uma altura acima da       média seja favorável na maioria dos casos, o colégio Magno provou       nesse domingo que isso nem sempre é verdade: o capitão do time           era possivelmente o mais baixo entre os meninos, e ao final da                 partida, foi homenageado como jogador de destaque do Interband.

Terminou assim a final de basquete; muita corrida, muitos arremessos, pequenas “trombadas”, mãos amigas erguendo-se uns aos outros. Talvez esta seja a beleza do basquete: uma disputa acirrada do começo ao fim, que exige que o participante, seja ele jogador ou espectador ou ainda repórter, esteja atento sempre. Independentemente do resultado, um bom jogo é assim: vale a pena só por ter ocorrido. O técnico do Bandeirantes, Julio, elogiou o time dizendo que ele havia evoluído bastante durante o ano de 2011. Não deixando de lado o espírito esportivo, Julio ainda afirmou que o esporte ensina a vitória e a perda, e que o progresso de cada jogador depende de como ele lida com isso.

Pueri Domus fica em 3.o lugar no Handebol pré-mirim

Por Fabíloa Kim

Chegou o momento: as finais de cada modalidade, a entrega dos prêmios… Meio embalados neste clima de alegria por um lado, e já até de uma saudade, pelo fim do campeonato, os jogadores dão o seu máximo para fechar com chave não só de ouro, mas de prata e de bronze também o Interband 2011.

No domingo (04/09), enfrentaram as escolas Pueri Domus e Vera Cruz numa acirrada disputa pelo terceiro lugar na modalidade handebol, categoria pré-mirim feminino. Apesar o horário cedo num domingo de manhã, as jogadoras estavam com muita energia e disposição. Até o clima estava favorável naquela manhã. Protegidas por uma sombra amigável, não havia o risco de perder algum lance por excesso de sol. Aos 4 min e meio de jogo, o placar indicava 01 a 05 para a Pueri, que não deixava a defesa afrouxar em nenhum momento. O técnico o time fazia observações o tempo todo para que as suas jogadoras não perdessem o foco e, muito menos, a vantagem.

Alguns pais estavam sentados em lados opostos da quadra, ora tentando animar o time das filhas, ora comentando o ótimo desempenho das duas escolas. Durante uma breve entrevista, um pai de uma das jogadoras da escola Vera Cruz, Gustavo, comentou que “o time veio desfalcado”, faltando algumas titulares naquele dia. Gustavo também apontou que o time da Pueri Domus tinha uma estatura mais alta, o que poderia intimidar as meninas menores em certos momentos. Para fazer frente a essa diferença, o técnico do Vera havia proposto a solução de marcação 1 por 1, ideia que Gustavo também apoiava, mas este, ao ser indagado se via uma possibilidade de virar o jogo, respondeu sorrindo que seria difícil, e que o melhor, naquele momento, era manter o ritmo para que as meninas do Vera Cruz dessem o melhor até o final.

Gustavo apontou para a filha, Joana, “camiseta número 10!” nas próprias palavras, respondendo que a acompanha sempre nos torneios. Um ponto interessante foi que, diferentemente da maioria dos pais que são entrevistados, Gustavo parecia conhecer bem o handebol, quase como se já tivesse atuado como jogador. De fato: ele já jogou handebol como a filha o faz atualmente.

Durante o segundo tempo, o colégio Vera Cruz revidou marcando 2 gols seguidos, no entanto não foi suficiente para garantir a vitória- com um placar de 10 a 3 para a Pueri Domus. As jogadoras se cumprimentaram e deixaram a quadra para logo em seguida dirigirem-se ao pátio, e às premiações… Parabéns, Pueri Domus!

Matando as saudades do Interband

Por Vivian Costa

O time do Band de Handebol feminino teve uma torcida muito especial nesse sábado. Flávia Miranda Silva, que atualmente estuda Ciências Contábeis na FEA-USP, voltou às quadras para acompanhar as finais do Interband e torcer por sua técnica dos tempos de escola, Camila de Oliveira. Depois de matar as saudades da equipe do Band e se surpreender com as mudanças que aconteceram no colégio desde que se formou, em 2009, Flávia conversou com o nosso Blog.

 

Qual é a sua relação com o Handebol?

Já gostava de Handebol e jogava pelo meu outro colégio, Santa Marcelina. Entrei no Band na sexta série (sétimo ano) e treinei aqui por 4 anos, sempre com o mesma técnica, Camila de Oliveira , e o time também foi basicamente o mesmo, entraram e saíram poucas pessoas no decorrer dos anos. Agora, na FEA, continuo treinando Handebol e disputando campeonatos.

Você mantem contato com as meninas do time do Band?

O time é super unido e nós fazemos um esforço para continuar assim, afinal fomos quase todas pra faculdades diferentes. Nós temos um grupo no facebook e ainda mantemos a tradição de quando a gente treinava, que é um encontro anual em um rodízio de pizza no qual acontece uma competição acirrada pra ver quem come mais pedaços. Acho que o recorde foi 15! (risos)

Quais foram os momentos mais importantes que você viveu como atleta do Band?
Quando eu treinava pelo band a gente participava de vários campeonatos durante o ano, mas sem dúvida o mais especial era o interband. A pilha de jogar em casa com torcida faz a diferença, assim acho que os momentos mais emocionantes foram dentro do band mesmo.

Mas teve uma final fora do colégio que me marcou. Foi do Interamizade, campeonato do colégio São Luís, em 2006 contra o colégio Dante Alighieri. Eu lembro que o jogo inteiro foi muito disputado, acabou empatado mas elas tinham um sete metros pra cobrar. A vontade que o time tinha era de entrar inteiro no gol junto com a nossa goleira, a Bárbara… e ela defendeu! O jogo foi pra prorrogação, tava todo mundo morrendo de cansaço, mas a gente ganhou por um gol de diferença, foi um dia de superação.

E como foi acompanhar uma final de Interband na torcida?
Eu praticamente nao conhecia esse time, lembrava do rosto de poucas meninas, mas foi muito bacana acompanhar o jogo, sentir o friozinho na barriga de novo. Parece que quando você fica na torcida dá mais nervoso porque não dá pra entrar em quadra e ajudar!

Haja coração!!

Por Karyn Souza

 

A quarta-feira no Interband foi marcada por grandes decisões em diversas modalidades. Mas um dos jogos mais emocionantes da noite foi, sem dúvidas, a partida entre Bandeirantes e Pioneiro. Com muita garra as meninas dos times de vôlei mostraram que de Mirim só tinham a categoria e jogaram como verdadeiras profissionais.

 

O primeiro set logo começou empatado e assim se manteve por longos minutos. Cada ponto mais suado e mais comemorado que o outro; o coração de todos, inclusive da repórter que lhes fala, quase desistindo de bater de tanta emoção. Permaneceu tudo igual (11×11) até que um dos times pediu tempo técnico e, no retorno à quadra, as meninas do Pioneiro viraram o placar e abriram uma vantagem de três pontos (Band 12x 15 Pioneiro). O time do Band ainda tentou recuperar o placar, mas o time adversário manteve a diferença e venceu o primeiro set (18×21).

Na volta do segundo set, o time do Band abriu o placar na frente (05×02) e, após uma seqüência impressionante de pontos de saque e bloqueio, manteve a liderança do segundo set. Mas, as meninas do Pioneiro não demoraram muito para reagir e, logo, recuperaram o ânimo e os pontos no placar, deixando tudo igual (14×14). Este não era, porém, nem o início da angustia que se tornaria aquela partida. Os dois times se esforçavam ao máximo e, a cada ponto ultrapassado no placar, logo o outro recuperava e mantinha o placar equilibrado: 16×16 – 19×19 – 20×20. Até que, em uma virada repentina, as meninas do time local fecharam o segundo set vitoriosas (Band 22×20 Pionneio).

 

De um lado o time vermelho representando o Band, do outro o time azul e branco do pioneiro, todas honrando bravamente a camisa que usava. Gritos de apoio impulsionavam, ainda mais, ambas as equipes. Antes de soar o apito, um abraço em grupo: senti-me em uma final do Grand Prix de Vôlei, afinal, talento e dedicação não faltavam naquela quadra.

 

Finalmente o tie break  teve início. Aparentemente desconcentradas e nervosas, as meninas de ambos  times perderam muitos pontos e o reflexo destes descuidos eram ainda mais visíveis no rosto das técnicas dos times. Mas os erros foram maiores por parte do time local e as meninas do Pioneiro abriram o placar (03×01). A diferença no placar entre os dois times aumentou cada vez mais com o decorrer da partida. Naquele momento, as meninas do Band pareciam muito abaladas e passaram a perder mais e mais pontos: 06×03 – 10×04 – 13×05. Porém, após uma breve conversa com a técnica e os diversos gritos de “Vamos lá! Borá!!”, as meninas do Band retornaram com muita garra e recuperaram o placar(Band 09×14 Pioneiro).  A diferença de pontos diminuía e a emoção aumentava. Entretanto, a vantagem obtida pelo Pioneiro se impôs ao final da partida: vitória do time visitante por 15 pontos a 11.

 

Muitas lágrimas, suor, gritos e superação. Este é o resumo da partida emocionante entre os dois times talentosíssimos. Apesar de só o Pioneiro seguir na competição e disputar as finais, a vitória é do esporte e o mérito de todas as atletas!

S. Cruz 4 X 7 Doze de Outubro

Por Giovana Baptista

O frio não entrou na quadra com os times de futsal masculino da categoria infantil dos colégios Santa Cruz e Doze de Outubro . O jogo começou com a liderança do Doze de Outubro , que fez 4 gols seguidos , deixando o time do Santa Cruz um pouco desnorteado . Acaba o primeiro tempo e os técnicos , que surpreendentemente passaram toda a partida calados , deram diversas instruções para os jogadores . O segundo tempo começou e o discurso do técnico do Santa Cruz parece ter surtido efeito , pois logo o time marca um gol . Na metade do segundo tempo uma bola chutada por um dos jogadores do Santa vai para fora e acerta a mesa onde a equipe organizadora do Interband fica . A bola acertou a mesa com tamanha força que acabou quebrando-a . Acidentes a parte , apesar da reação do Santa Cruz, o Doze de Outubro não entrega o jogo , o placar final foi de 4 ( Santa Cruz ) X 7 ( Doze de Outubro) . O vencedor da partida disputou o ano passado a final de futebol com o Colégio Bandeirantes em um jogo duríssimo , mas o Band saiu vencedor. Quem será o campeão este ano?