Handebol Infantil Feminino do Bandeirantes vence Imperatriz e vai para a final

Por Maria Luíza Carvalho

Nesta última terça-feira, o infantil feminino de handebol achou que estava num dia de azar, pois a chuva começou bem na hora do jogo. Isso fez com que a partida fosse mudada para o ginásio, onde os jogos são encurtados, de dois tempos de 15 minutos para somente dois de 10 minutos (isso acontece para não atrasar muito, porque todos os jogos do dia acabam sendo mudados para o ginásio também). No entanto, se sorte estava em falta, ou não para as Bandeirantinas, ela não foi necessária, pois a habilidade técnica deu conta do trabalho.

Contra a novíssima equipe do Imperatriz, que iniciou sua equipe este semestre, o Bandeirantes logo no início da partida subiu a defesa para ficar mais agressiva. Foi tão eficaz que o time adversário quase não fez mais gols.Equipe do Band feliz pela vitória. Foto: Maria Luíza Carvalho

No segundo tempo, o time voltou com fome de gol. As meninas correram muito nos contra-ataques e aumentaram bastante a diferença de gols. Porém, ainda que não parecessem mais tão preocupadas com a defesa, conseguiram se manter na frente, mesmo quando estavam com uma jogadora a menos na quadra, porque a no. 8, Júlia Marcondes, foi expulsa durante 2 minutos do jogo por cometer uma falta. Quem se destacou muito no último jogo foi Ana Clara Melo, a única goleira do time. Numa entrevista ela elogiou muito o jogo e comentou um pouco sobre como são os treinamentos das goleiras: “O treinamento é todo feito relativo a contra-ataque, tempo de reação e um pouco de técnica que a gente às vezes faz, mas na maioria das vezes é junto com as outras meninas para ver mesmo como é um jogo”.

Nos minutos finais de jogo, já era clara a vitória bandeirantina, mas na última defesa da partida, houve uma falta que deu direito a uma jogadora do Imperatriz de bater um pênalti antes do juiz apitar fim de jogo. Porém, isso não conteve a jogadora Raphaela Nawa no banco, que invadiu a quadra comemorando estar na final. Após a cobrança da falta e a defesa da Ana Clara, o jogo acabou 13 à 3, e virou oficial: o time infantil feminino de handebol do Bandeirantes está indo invicto para as finais do Interband.

Sexta-feira foi o dia da torcida no InterBand

Por Maria Luíza Carvalho

Times como Maria Imaculada e o próprio Bandeirantes tiveram seu jogos animados por torcedores vibrantes e muito entusiasmados nessa sexta-feira.

Começou com a torcida bandeirantina, composta pelos alunos Tiago Genzini, Matheus Seriwaka e Gabriel Repeke que chegaram ao ginásio cantando bem alto para apoiar seus colegas no jogo contra o colégio Santa Cruz. Para a equipe dessa escola, já era o segundo do jogo dos meninos do infantil de futsal da sexta–feira. O primeiro tinha sido contra o colégio Doze de Outubro, o qual perderam de 6 a 2. Porém, era um jogo novo, e o Santa começou muito bem a partida. Conforme os gritos de torcida dos meninos cresciam, a vontade de ambas as equipes de vencer crescia junto, até o final do primeiro tempo, que acabou com o placar 2 a 1 para o time da casa. Mas já no começo do segundo tempo, o Bandeirantes voltou renovado e cheio de gás, marcando logo 2 gols, o que desestimulou a equipe adversária que não conseguiu recuperar. Final de jogo: 6 a 2, de novo.

Enquanto isso, na quadra de vôlei, acontecia o jogo do colégio Maria Imaculada, também contra o Santa Cruz. Os times mirim masculino batalharam duro, mas mais uma vez a melhor torcida conseguiu levar sua equipe à vitória. Dessa vez, o jogo foi animado pelas lindíssimas Ana Carolina e Camille de 7 anos, alunas do Maria Imaculada que vieram ao Interband torcer cada uma pelo seu irmão.

Por fim, a noite acabou com o jogo de vôlei mirim masculino Bandeirantes x Elvira Brandão. Não foi muito disputado, mas André e José Eduardo, irmãos dos jogadores dos atletas bandeirantinos, estavam aflitos em todas as jogadas. Tanto o time da casa quanto o visitante tinham torcida dos familiares, mas foi o Bandeirantes que conquistou a vitória.

Handebol do Arqui goleia Jesus M. José e garante final contra Santa Cruz

Por Karina Rie Ishida

Nathalia e Stephanie, jogadoras do handebol do Arqui estão indo pra final contra o Santa Cruz. Depois de um ótimo jogo contra o Colégio Jesus Maria José (19×0) nesse domingo (26), trocaram uma palavrinha com  a gente.

Nathalia, jogadora de meio, nos conta que achou a disputa tranquila. Com o seu primeiro ano de participação no InterBand, ela está super animada com a vitória e pronta para o jogo final! Stephanie foi a grande pontuadora da partida. Praticando Handbol há 2 anos, na posição meio também, marcou os pontos da vitória.

Veja mais fotos dos jogos de domingo na nossa página do Facebook.

Tudo o que é bom dura pouco!

Por Giovanna Fabbri
É tempo de tristeza para os competidores vestibulandos! Todo mundo sabe que o que é bom dura pouco, ou pelo menos passa tão rápido que nem percebemos que aquilo que era da nossa rotina um dia iria acabar…

Esse é o sentimento dos jogadores que estão no terceiro ano do ensino médio e sabem que não terão as mesmas emoções que só se têm ao competir no InterBand pelo Colégio que tanto gostam.
Entrevistamos o jogador de vôlei Bruno Nishi que diz estar muito feliz e
contente por ter conseguido chegar na final, principalmente por saber que
esse é seu último ano competindo no InterBand.

Como você está se sentindo por ter conseguido chegar na final do InterBand?
Feliz em parte triste em outra né… (risos). Meu último ano de InterBand, estou no terceiro, então fico feliz de saber que conseguimos chegar na final.

O que você achou do resultado de hoje? Devem melhorar em alguma coisa?
Fiquei feliz que a gente ganhou e “tal” e só triste com alguns erros que sempre acontecem. Na final temos que melhorar isso aí, mas vai dar tudo certo!

Veja o vídeo da entrevista com Bruno:

Handebol do Band na final!

Por Alexandre Junior e Débora Rodrigues

Em meio a faltas leves e tiros de sete metros saíram a maioria dos gols no jogo de handebol feminino desta última segunda feira (20). A partida aqueceu a fria noite de São Paulo com as jogadoras juvenis do Colégio Bandeirantes e Dante Alighieri. Faltas de sete metros não foram economizadas pelo colégio convidado que, por muitas vezes, tiveram faltas técnicas na composição da defesa e, dessa maneira, muitos gols foram pontuados pelo time da casa. Entre esses gols, a maioria foi feita pela jogadora Karina Teixeira, artilheira do jogo, com 4 gols. Além dela, foram destaques também as alunas Carolina Martines, Raphaela Nawa, Lina Sohn, com 2 gols cada, e Maria Luíza Carvalho, com 1 gol.

Dentre as jogadoras que compõem o time, encontram-se três alunas da primeira sala de biológicas do terceiro ano: Ana Lúcia, a goleira, Carol Martines e Fernanda Guskhen que, mesmo com a rotina pesada do último ano escolar pré-vestibular, não deixam o esporte de lado e contribuem para o time com o máximo que podem.


O jogo foi bem equilibrado, ambos os times conseguiram jogar de forma honesta e habilidosa de acordo com a técnica e com as jogadoras do time do Bandeirantes..Devido aos vários tiros de sete metros durante a partida, foi entendido pelos espectadores iniciantes de “handebol” que algum time estava sendo desonesto ou desleal na defesa. Porém, isto é apenas um mal entendido, já que os tiros são cobrados quando um time, na defensiva, não conseguiu defender de maneira correta o ataque das oponentes. “É normal isso no handebol mesmo, acontece. Às vezes, um milésimo de segundo que você chega atrasada já é um sete metros, mas eu acho que em nenhum momento ninguém foi desleal, nem nada” explica Karina. Ela também diz que foi um bom jogo para ambos os lados, já que os dois times conseguiram pontuar e fazer um belíssimo jogo para todos os presentes.

A vitória ficou para o time da casa. Mesmo vencendo o jogo e estando classificadas para a final contra o São Luís, a técnica, Camila de Oliveira, afirma que as jogadoras cometeram muitos erros que não costumam cometer nos treinos “tem que melhorar um pouquinho de passe e algumas bobeiras que, normalmente, elas não fazem, mas que, na final, elas não podem fazer”. Mesmo tendo pontos a melhorar o time já superou outros segundo a artilheira do jogo “a primeira coisa que a gente melhorou muito, do último jogo pra cá, e que eu acho que todo mundo percebeu foi o emocional, né?”

Agora, as jogadoras do Band estão na final contra o Colégio São Luís. A partida acontecerá dia 02 de setembro, sábado, às 16hrs. “Pra final elas têm que: primeiro manter a calma, porque final é final, já tem o nervosismo natural” conta Camila. A jogadora Karina diz “agora é acertar as coisinhas que estão erradas”.

Desejamos boa sorte às meninas do Band e, também, do São Luís. “Vai ser um jogão! E você vem ver, né?” enfatiza a treinadora Camila convidando-nos para assistir ao prometido jogo da final do handebol juvenil que, particularmente, não perderemos por nada.

As mentes por trás do jogo

Por Giovana Nigro

Os técnicos têm papel vital para o bom resultado de uma equipe, mesmo que estejam ali, só no canto da quadra (mas se empolgam tanto quanto os jogadores). Por isso, fomos conhecer um pouco dos experientes treinadores que passaram pela estreia do Ginásio.

Nome: Fernando da Silva
Colégio: Band
Idade: 34 anos
É técnico há: 10 anos
Está no Interband número: 6
Hobbie: Skate
Sobre o jogo de estreia: Não esperava que seria tão difícil, mas ficou feliz que houve recuperação seguida de vitória.
Ponto forte do time: Ataque, bolas de segurança e defesa para manter o placar
Ponto fraco: Rebote e volta para o campo de defesa

Nome: Ricardo Francisco, conhecido como Patinhas (e atenção: odeia ser chamado por outro nome)
Colégio: Marista Arquidiocesano
Idade: 50 anos
É técnico há: 32 anos
Está no Interband número:  “Vish…mais que 10”
Hobbie: Cantar (de sertanejo a rock)
Sobre o jogo de estreia: Bom jogo, disputado e limpo. “Esse meu time é forte!”
Ponto forte do time: Ataque, contra ataque e rebote
Ponto fraco: Defesa e chutes de lance livre

Nome: Rodrigo Guedes
Colégio: St Paul’s
Idade:38 anos
É técnico há: 21 anos
Está no Interband número: 3
Hobbie: Jogar futebol
Sobre o jogo de estreia: As meninas tiveram vontade contra o Arqui, time desequilibrado por ter uma pivô federada. O Band é outro adversário forte, mas poderíamos ter ido melhor.
Ponto forte do time: União
Ponto fraco: Fundamento

Nome: Rita de Cássia
Colégio: São Luís
Idade: 47 anos
É técnica há: 30 anos
Está no Interband número: “Se não participei de todos, no mínimo 10”
Hobbie: Leitura
Sobre o jogo de estreia: Melhor do que o esperado, já que as meninas são do terceiro ano e estão focadas no vestibular
Ponto forte do time: Superação
Ponto fraco: Falta de treino

Nome: Patrick
Colégio: São Francisco Xavier (Sanfra)
Conhecido como: Nenê
Idade: 27 anos
É técnico há: 5 anos
Está no Interband número:  4
Hobbie: Andar de bicicleta
Sobre o jogo de estreia: A dificuldade do jogo não foi nenhuma surpresa, mas ele mantém boas perspectivas para as futuras partidas
Ponto forte do time: Superação
Ponto fraco: Falta de treino

 

É tempo de InterBand!

Anualmente o Bandeirantes sedia e organiza o InterBand, uma dos maiores eventos esportivos entre escolas de São Paulo. Este ano, a 16a edição vai até dia 2 de setembro, reunindo 42 colégios que disputam medalhas em Basquete, Futsal, Handebol, Tênis de Mesa, Voleibol e Xadrez.

Apostando num esquema de classificação por grupo, os atletas têm mais chances de se envolverem no campeonato já que nenhum time é eliminado se não ganhar o primeiro jogo.

“As equipes campeãs, vice-campeãs e 3.a colocadas recebem medalhas de ouro, prata e bronze, e a equipe vencedora de cada modalidade e categoria recebe também o troféu de campeão”, explicou a coordenadora de Educação Física e Esporte, Cláudia Regina de Andrade. “Nos jogos das finais e nas disputas de 3.o lugar, o melhor atleta em quadra de cada equipe recebe uma camiseta de destaque do torneio”.

Durante o período de InterBand o colégio ganha uma atmosfera de amizade, brincadeiras e muita torcida. A cobertura dos jogos e dos bastidores será feita pelos alunos do Idade Mídia pelo sexto ano consecutivo. O blog do InterBand, Facebook e Twitter são alimentados diariamente com reportagens sobre tudo o que acontece durante o evento, contando com repórteres, fotógrafos e editores integrantes do Idade Mídia.

“É muito corrido. Estou entrevistando os jogadores, técnicos e as pessoas que estão ali para auxiliar ou somente assistir. Chego com caderninho e caneta na mão, e vou conversando com quem tiver algo para contar” explicou a estudante- repórter Laura Oliva.

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Como tudo começou

Por Mariana Bregola

A abertura do InterBand foi um verdadeiro sucesso! Começando os jogos de maneira inédita, a primeira competição foi de xadrez. Peculiares e simbólicos, os jogos se dividiram em cinco etapas, onde o vencedor é aquele que ganhou o maior número de partidas e consequentemente tem maior pontuação (1 ponto para a partida vencida, meio ponto para a empatada e nenhum para as derrotas). Devido ao Sistema Suíço, adotado pelo Interband, os atletas puderam jogar todas as partidas e, com a ajuda de um programa de computador os jogadores competiram com adversários do mesmo nível.

A organização dos jogos de xadrez esse ano foi completamente modificada. Diferentemente dos anos anteriores, quando as partidas eram realizadas na biblioteca, foram montadas mesas no ginásio do colégio, onde os atletas tiveram mais conforto para realizar seus jogos. Segundo o professor de educação física e organizador Carlos Alberto De Simone, a abertura dos jogos com o xadrez é uma maneira de valorizar o esporte que trás tantos benefícios ao intelecto.

A plateia encheu aos poucos e os pais e alunos torceram a cada toque dos competidores no relógio. Os vencedores foram anunciados no final das cinco partidas, ganhando medalhas de bronze, prata e ouro. Além disso, cada técnico escolheu um aluno para receber a camiseta de jogador destaque do time.

A escola que ficou em primeiro lugar no campeonato com maiores vitórias foi o CEB, o segundo lugar foi conquistado pelo colégio Albert Sabin, e o Colégio Bandeirantes ficou em terceiro lugar junto com o Colégio Spinosa. Vale lembrar que a disputa foi acirrada e os colégios empataram na classificação de medalhas de ouro e de prata, o quesito que determinou as colocações foram as pontuações dos medalhistas de bronze. O campeonato de xadrez foi só o início de um mês cheio de jogos e competições que com certeza deixarão uma ótima recordação no Interband.

Entrevista com Camila de Oliveira, técnica de handebol

Por Maria Luíza Carvalho

Nessa quinta-feira (16/08), o infantil femino de handebol estreou contra o Colégio Móbile e venceu. Foi um jogo fácil e, ainda que o primeiro tempo tenha acabado com uma diferença pequena, as meninas do Band voltaram cheias de gás para o segundo tempo e aumentaram a diferença até ficarem 11 gols na frente.

Conversamos com a técnica da equipe, Camila de Oliveira, que comentou sobre o jogo e o desempenho de suas atletas, além de nos informar sobre os treinamentos e o esporte no Band e no Brasil.

Quais eram as suas expectativas pro jogo?           ,

As expectativas para o jogo eram muito boas. Já havíamos jogado com a equipe do Móbile e por esta razão, conhecíamos a equipe, o que ajudou na preparação.

O que você achou de desempenho das meninas do infantil ontem?

As meninas no infantil tiveram uma estréia excelente. Sou exigente sim, e acho que durante a partida elas não poderiam ter tomado tantos gols e poderiam ter mantido a calma em determinadas situações, pois na hora da decisão isso faz falta. Faltou um pouco de foco.

Foi a estreia, e sabemos que isso sempre pesa na hora do jogo, mas as meninas conseguiram lidar bem com essa questão emocional, com você as prepara emocionalmente antes de um jogo?

Sim, elas estavam bem confiantes o que facilitou muito a ação durante o jogo. A preparação com as atletas é sempre bem tranquila. Procuro pontuar algumas situações de jogo, ações que elas podem fazer tanto no ataque quanto na defesa. Uma coisa que já fiz muito como preparação para grupos é utilizar a Filosofia do Sucesso. Um texto de Napoleon Hill que fala sobre acreditar em si e superar momentos de desafio. Isso eu leio para elas e peço para refletirem e utilizarem essa força no jogo. Tem dado muito certo e elas sentem-se seguras e confiantes. Essa é a idéia.

E para um vestibular, você acredita que esse preparo emocional poderia ser o mesmo?      

O esporte sempra ajuda. A famosa frase “mente sã, corpo são” comprova isso. Não é à toa que hoje centenas de empresas pagam valores altos a atletas e ex-atletas para fazem palestras motivacionais aos seus funcionários.

Desde que entramos na escola ouvimos sobre vestibular, e o esporte é sempre meio deixado de lado, como você acha que o esporte poderia contribuir no desenvolvimento global de um aluno?

 O esporte tem uma abordagem muito ampla, pois trabalha os aspectos afetivos, congnitivos e motores. A prática esportiva não se limita apenas ao movimento humano, envolve relações interpessoais, valores como respeito, cooperação, além de trabalhar competências que serão fundamentais para a experiência profissional futura, como liderança, trabalho sob pressão, hierarquia, etc.

Você acha que o incentivo ao esporte em São Paulo, ou mesmo no Brasil, poderia melhorar? Como? 

Sem dúvida alguma, o eixo do esporte do Brasil é clubístico, ou seja, a formação de rendimento é pelo clube, diferente dos USA onde o eixo é educacional. A diferença é visível, por exemplo, nos jogos olimpicos. Isso significa dizer que, nos EUA, desde os primeiros anos a criança é estimulada a praticar atividade esportiva e se tiver talento trilhará pelo esporte através do sistema educacional, ou seja, escola, high school e universidade. É óbvio que não dá para fazer isso no Brasil, mas a melhoria da política pública para o esporte seria fundamental para ter quantidade e a partir dai qualidade.

Mesmo no Band, a falta de quadras é um problema comum. Você acha que o Band cumpre o seu papel quando se trata da formação física/esportiva de seus alunos?

Com certeza, o Colégio Bandeirantes, é referência na Educação Física e em todo o seu programa de esporte. A equipe de professores é de primeira linha e a infraestrutura é muito boa. Os alunos podem estar seguros que de estão em contato com o que há de melhor.