Fim de jogo

Por Alexandre Júnior e Lara Deus

Desde o dia 8 de agosto, o espírito esportivo prevalece no colégio. As noites dos dias de semana foram recheadas de jogos entre alunos que vieram de todos os cantos de São Paulo com um único intuito: competir.

Os fins de semana também não deixaram a desejar. Os pequenininhos do pré-mirim jogavam nesses dias e, por isso, as quadras ficavam sempre cheias de mães e pais. O Sol acompanhou os três sábados-e-domingos de InterBand, que, nesses dias, começava 8h e terminava só pra lá das 18h. “Nossa competição depende muito do tempo” comenta Carlos Alberto De Simone, da organização do InterBand.

Durante todo o campeonato, os alunos do Idade Mídia vestiram a camisa de repórteres e assumiram a cobertura do evento. Fizeram entrevistas, vídeos, fotos, textos e tuítes, que hoje formam um material incrível. É, nesse mês tivemos muita história pra contar, e elas podem ser conferidas no nosso canal do Youtube, página do Facebook, Twitter e por aqui, o Blog do InterBand. De Simone também diz “Achei diferente dos anos interiores [a cobertura do Blog desse ano] na quantidade de pessoas que sabiam do esporte que estavam cobrindo. Nos anos anteriores, o pessoal vinha fazer a cobertura motivado, a parte jornalística era bem feita, só que algumas pessoas não tinham conhecimento sobre o esporte que estavam cobrindo. Esse ano, tinham mais ex-atletas cobrindo, as pessoas que vinham cobrir já sabiam sobre o que estavam acontecendo.”

O InterBand desse ano contou com um nível técnico muito bom, o melhor até agora, tanto de arbitragem como também de escolas participantes, segundo De Simone, “normalmente, (..) as duas que faziam a final eram, realmente, as duas melhores escolas da competição, não era uma competição que tinha muito equilibrio a não ser na final.”.

Apesar dos resultados finais não terem sido tão dourados para os times da casa, comparando com os campeonatos passados, “a gente não pode fazer uma avaliação só porque ganhou ou perdeu, nossas equipes jogaram muito bem, até jogamos melhor do que os outros anos” diz De Simone. O ex-jogador de handebol acrescenta “Pra nós o que importa é que a competição foi muito bem organizada.”.

 

Tensão

Por Thais Stoppe
Talvez essa seja a melhor palavra para descrever a final do basquete feminino juvenil que aconteceu ontem, pelo menos do lado do Bandeirantes. O técnico Fernando já tinha perdido duas finais (pela categoria Mirim e pela Infantil) e almejava muito o ouro. As meninas que também haviam jogado pelo Infantil estavam cansadas física e psicologicamente. Os juízes, depois de um longo dia de trabalho (este era o último jogo da noite), já não tinham a mesma precisão do começo do dia. A torcida, envolvida nesse clima, reclamou muito.

 

E apesar de toda essa tensão, ou talvez graças a ela o time da casa garantiu o ouro após um dia ruim para o basquete bandeirantino, que já havia perdido, além das duas femininas, o masculino infantil.
A equipe do São Luis parecia muito mais calma e concentrada, mas, mesmo assim, cometeu muitos erros.
Até o intervalo, o jogo estava muito disputado e terminou com o placar de 7×4 para o Band. Entretanto, o intervalo não pareceu fazer bem para o time da casa, que voltou desconcentrado e deixou o São Luis crescer no jogo e encostar no placar, 7×6. O visitante poderia ter até virado, mas cometeu muito erros no momento mais importante.

Houve então uma calorosa discussão do time do Bandeirantes em relação a uma falta marcada pelo juiz, com a participação revoltada da torcida, composta principalmente por mães. Ele marcou uma falta de uma jogadora do Band, com a qual nem o time nem a torcida concordaram. Essa falta era a 4ª da jogadora, que foi então obrigada a sair da quadra por ter estourado seu limite.
Esse stress pareceu ser motivador e logo após ele, o Band conseguiu voltar a dominar o jogo, como seguiu até o final, finalizando com os dois times com o limite de faltas estourado e o placar de 20×11.
Depois de tanta confusão, as meninas pareciam mais cansadas do que felizes com a conquista (algumas até tristes por não terem jogado muito ou por ser seu último ano), mas nem por isso deixaram de comemorar a conquista do campeonato que para elas era o mais importante do time.

Jogo nervoso

Por Giovana Nigro

Um dos jogos mais antecipados da noite foi o do BandxSanfra, no Handebol juvenil, disputando a medalha de bronze. Os jogadores eram grandes dos dois lados. Eram bons. Eram violentos. E tinham vontade de ganhar.

A defesa de ambos os times foi do tipo 6×0, isto é, com todos os jogadores ao redor da área. Assim, foram muitas as trocas de passes, fintas espetaculares e faltas.  Toda vez que saia gol o outro empatava em seguida.

Aos poucos, os jogadores foram se exaltando, bem como o ex-armador direito da seleção brasileira e técnico bandeirantino, De Simone: ele não deixava uma observação sobre a atuação de seus jogadores para depois. Por outro lado, a voz do técnico do Sanfra mal podia ser ouvida.

O jogo foi acirrado, e muito. Com um empate de 5×5 no primeiro tempo, o Sanfra volta um pouco superior no segundo tempo, mas o jogo se iguala novamente no 11×11 faltando apenas 5 minutos para o fim da partida. Com exatos 30 segundos no cronômetro, a medalha de bronze ainda era um borrão para os jogadores, até que finalmente ele dispara e anuncia o fim: Band fez 15; Sanfra, 14.

Na premiação, Rafael, do Sanfra, ganhou a camisa de destaque. Seu amigo Renato Amoratti contou que um jogo contra o time da casa era sempre difícil, mas que o time unido conseguiu enfrentar bem tal desafio, porém, ao mesmo tempo em que a falta de individualidade dificultava na hora de uma bola de segurança. Do Band,  Gabriel Prevelato foi o destaque da partida.

Perder

Por Alexandre Júnior

É difícil ver seu empenho, de tanto tempo, tantos treinos, para jogar e simplesmente perder. Porém, isto já deve estar no pensamento dos jogadores, porque sempre um tem que perder assim como em qualquer campeonato.
Hoje, primeiro de setembro, no jogo do Vértice contra Sabin, pais revoltados questionavam incessantemente as decisões do árbitro. NÃO FOI DOIS TOQUES! Ocorrem, sim, erros em qualquer campeonato pequeno, InterBand, ou grande, Olimpiadas. Erros são humanos e tanto os arbitros como os jogadores os cometem.


Na verdade, todos querem ganhar e estão dispostos a questionar tudo para ver seu time ganhar. Às vezes esquecendo que o melhor time vence, no entanto não deixando de mostrar um belo jogo para quem os estão assistindo.

Vôlei no frio

Por Giovana Nigro

Corajosos são aqueles que enfrentaram o frio de 16° de São Paulo nos uniformes de shorts e regatas, na noite desta quinta feira (30), uma noite de vôlei e premiação de terceiros e quartos lugares.

O time masculino infantil do Vértice ganhou o jogo aos zero minuto do primeiro set.  Os jogadores, já preparados para a partida marcada para às 19:40, não tentaram esconder a decepção ao se depararem com a ausência do time do Pinheiros, mais do que a felicidade de ter ganho o jogo de WO – sigla que significa, do inglês, ‘walkover’, caminhada, justamente algo em que não há tanto esforço envolvido.

Esperaram então pacientemente, brincando entre si e claro, com uma bola, até seu próximo jogo, apenas 50 minutos depois. Assim, Vértice e Dourado disputaram o último jogo da semifinal, levando o Dourado, merecidamente, à fase seguinte e final do torneio.

O time bandeirantino invadiu as quadras também. No jogo disputado contra o Sabin, os meninos de vermelho não se deixaram abater e buscaram, ponto após ponto, uma pequena vantagem no placar, isso ainda no primeiro set.

Enquanto isso, os jogadores do Sabin aumentavam a pressão: “A gente só tá errando coisa idiota” berrava o capitão para o resto do time durante o tempo técnico. Péssima tática. O nervosismo desviou o foco dos jogadores,  o que favoreceu o time da casa: este abriu mais de cinco pontos de vantagem e, com belos bloqueios, conquista a vaga na final. A decisão será contra o Dourado.

Muitas premiações nesta manhã de InterBand

O sábado mal começou e muitos jogadores já voltaram pra casa com medalha. No handebol infantil masculino, a Escola da Vila venceu o Band por 22×15.

Jogadores da Escola da Vila. Foto: Débora Rodrigues

Jogadores do Band. Foto: Lara Deus

No basquete mirim masculino, o Band ganhou de 23×18 do Rainha dos Apóstolos. As medalhas do do time campeão foram entregues pelos familiares dos jogadores.

Jogadores do Band comemorando a vitória. Foto: Débora Rodrigues

Foto: Débora Rodrigues

Jogadores do Rainha dos Apóstolos. Foto: Débora Rodrigues

 

Sabin vence hand infantil feminino, Band fica em 2o.

Nesta manhã de sábado, o colégio Albert Sabin venceu o campeonato de handebol infantil femino em jogo disputadíssimo contra o Band. A destaque foi a também capitã Juliana, camisa 20.

O Bandeirantes ficou em segundo lugar. A jogadora que ganhou o título de destaque foi Fernanda, camisa 10.