Pai ao quadrado

Por Giovanna Torres Fabbri

Neste final de semana, encerrou-se – com muito sucesso, por sinal – mais um ano de InterBand. A casa estava cheia, principalmente de pais emocionados com seus maiores orgulhos. Entretanto, hoje o foco é em um determinado pai. “Pai” não só apenas de uma cidade complexa e cheia de problemas, mas, sobretudo pai de uma jovem atleta do basquetebol.

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, compareceu ao Colégio Bandeirantes neste último sábado (30) para presenciar um momento de decisão na vida de sua filha: a final do basquete. A vitória do Bandeirantes contra o Colégio Mater Amabilis, além de render a medalha de ouro para a garota, emocionou Haddad, também amante de esportes. O pai e prefeito revelou-se esportista e alegou que já fora federado em Handebol.

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Além da paixão pelo esporte, há outro fato em comum na vida do pai e da filha: os tão conhecidos “tijolinhos”. Não é a toa que sua filha estuda no Colégio Bandeirantes. Haddad justificou a escolha contando ter grande admiração pelo Band desde os tempos em que cursava o ensino médio no Colégio.

Para ele, seus anos entre os “tijolinhos” foram fundamentais para sua formação pessoal e profissional. O prefeito complementou dizendo acreditar que muito do que é hoje se deve a essa oportunidade de estudo. Ademais, afirmou que o colégio foi o fator determinante para seguir sua vida na carreira acadêmica.

De acordo com Haddad, o Bandeirantes compreende todas as dimensões da educação. Para ele, o Colégio abre a cabeça dos alunos para as várias áreas da vida. O prefeito afirmou também que, apesar de ser uma escola tradicional, o Bandeirantes, desde sua época, sobressaía-se aos demais pela sua incrível capacidade de adequação das necessidades educacionais a um método de trabalho, além de possuir admiráveis professores.

Para Haddad, educação e esporte andam lado a lado, e por isso revelou jamais ter deixado de estimular sua filha a praticar algum esporte, assim como nunca perdeu a chance de estar com ela nesses momentos.

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Além do prefeito Fernando Haddad, o InterBand apresentou ao público mais uma incrível personagem. Trata-se de sua filha, que garantiu, além de mais uma medalha de ouro para o Colégio Bandeirantes, o sorriso, o orgulho e a emoção de seus pais.

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Band mostra empenho no basquetebol masculino infantil

Por Natalie Koutny

Nesta terça-feira (26), o inesperado ocorreu na categoria infantil de basquetebol masculino. O jogo estava previsto para as 20h, porém, faltando apenas 15 minutos para iniciar, foi avisado que o time adversário, a Escola da Vila, não viria ao colégio naquele dia, entregando a vitória por W.O. – termo utilizado quando a equipe adversária está impossibilitada de competir – para o Colégio Bandeirantes, além de sua vaga na final.

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O time da casa não foi surpreendido por este imprevisto apenas uma vez. A primeira vez ocorreu no dia 18 com o adversário Colégio Batista. Estavam planejados três partidas até o jogo pelo primeiro lugar. No entanto, o Colégio Bandeirantes garantiu sua vaga na final ao ganhar um único jogo contra o Colégio Rainha.

Para não perder o animo e mostrando muita garra, os meninos fizeram um amistoso entre si para substituir o jogo que seria decisivo para a final.

Apesar de o Band ter ficado com o segundo lugar, este amistoso foi importante e deixou muito claro o empenho dos jogadores. O jogo extra contribuiu para garantir uma partida disputada e emocionante contra o Santa Cruz, que saiu de quadra campeão.

Parabéns para os atletas dos dois times!

Os megaeventos de 2014

Por Caio Meneses

Há pouco mais de um mês, em 13 de julho, acabou a Copa do Mundo de Futebol, considerada por muitos o maior evento esportivo do planeta. Pouco tempo depois, começou o InterBand. Comparar os dois campeonatos pode parecer absurdo, mas, apesar disso, é o objetivo deste texto. Peço apenas ao leitor que encare o assunto com bom humor e considere as devidas proporções.

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A Copa do Mundo deixou a desejar em diversos aspectos. Os estádios apenas ficaram em condições ideais de uso poucos dias antes do início do torneio, o transporte para os jogos apresentava problemas, o trânsito também ficou pior do que é normalmente, foram cobrados preços abusivos pelos ingressos e alimentação, por exemplo. Vale lembrar que a Copa teve sete anos para ser preparada e um investimento de bilhões de reais. Por outro lado, o InterBand, com apenas um ano de preparação e sem grandes investimentos, está sendo realizado com muita dedicação pelos professores. As quadras estão em boas condições, a poucos metros do metrô, sem causar impactos no trânsito da cidade. Além disso, os visitantes têm podido assistir a diversos jogos gratuitamente e contam com opções de alimentação a um preço bem razoável.

Em termos de competição, ambos foram um sucesso. O InterBand contou com a participação de 37 escolas que competiram em 10 modalidades diferentes , nas quais havia alguns jogadores que sonham se tornar profissionais no esporte que praticam. Na Copa do Mundo, por sua vez, apenas uma modalidade foi disputada por 32 seleções que possuem os melhores jogadores do mundo.

Fora dos campos, os dois campeonatos apresentaram ao público diversos personagens e histórias interessantes que fazem dessas competições algo deveras especial (se ainda não leu, leia outras reportagens do blog e conheça essas histórias emocionantes e divertidas do InterBand).

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Nos jogos, o Colégio Bandeirantes, escola sede do torneio, obteve ótimos resultados e alcançou a final em mais de 15 modalidades. Já na Copa do Mundo…

Para terminar estas bem humoradas reflexões, deixo o convite para acompanhar as finais do InterBand nos dias 30 e 31 de agosto a partir das 8 horas no Colégio Bandeirantes.

A propósito, caso algum organizador das Olimpíadas leia esse texto e queira algumas dicas, é só entrar em contato.

Meninos e meninas em campo

Por Verena Alexandra de C. Galvão e Juliana de Brito Tamaki

Antigamente, mulheres não participavam do mercado de trabalho como os homens. Mas, mudanças históricas alteraram essa situação. Este movimento também aconteceu em áreas esportivas nas quais apenas havia treinadores e jogadores homens. Atualmente, a figura feminina está mais presente do que nunca em muitas delas!

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O último jogo de basquete masculino entre o Colégio Batista Brasileiro e o Colégio Rainha dos Apóstolos mostrou como isso é verdade. Nas duas equipes, as treinadoras eram mulheres e exerciam uma forte influência em suas equipes.

A treinadora do time do Colégio Batista Brasileiro, Vanessa Correia, já havia treinado um time feminino antes, porém explicou que os garotos costumam ser mais diretos. Quando vão faltar aos treinos, por exemplo, avisam com antecedência. Vanessa ainda afirmou que, assim como os meninos têm um ótimo desempenho nos jogos, as meninas também podem conseguir. O capitão do time, Pedro, disse que a convivência é ótima e que o time gosta da treinadora.

A treinadora do Colégio Rainha dos Apóstolos, Vânia Amaro, prefere treinar times masculinos, “Falamos a mesma língua”, brinca a treinadora. Vânia treina este time há 6 anos. Um dos jogadores da equipe, Rafael Linn, diz que lida bem com o fato de sua treinadora ser do sexo oposto, “Nós nunca tivemos a experiência de ser treinados por um homem”, diz Rafael. Ele também contou que Vânia é bem firme com o time. Ele afirmou ainda que ela conhece os atletas desde que eram crianças e a convivência deles é boa.

O treinador do Colégio Bandeirante, Paulo Godoi, teve a oportunidade em treinar tanto o time feminino quanto o masculino e diz, com convicção, que há certamente diferenças entre treinar meninas e meninos, ainda que o resultado e as atividades do treinamento sejam sempre os mesmos. Entre as diferenças está, por exemplo, o fato de, em geral, as meninas terem mais preocupação com seu visual do que os meninos. Além disso, para o treinador, elas apresentam mais facilidade em aprender um movimento ou uma jogada.

Mãos de ouro

Por Giovanna Torres Fabbri

Neste domingo (24), nossos queridos jogadores de xadrez tiveram a oportunidade de não só conhecer dois jovens profissionais da modalidade, mas como também de serem premiados por estes. Os experts Agatha Herba e Felipe El Debs agitaram o dia e serviram de inspiração para os pequenos amantes do esporte.
Agatha, de apenas 15 anos, além de bicampeã brasileira em 2010 e 2013, representou o país neste último ano no mundial nos Emirados Árabes. A jovem alega que todo seu bom desempenho deve-se ao fato de desde muito pequena treinar com seu pai e seus irmãos mais velhos, e que esta enorme paixão está associada ao fato de estar jogando sempre em família.

Os enxadristas Felipe El Debs e Agatha Herba

Os enxadristas Felipe El Debs e Agatha Herba

Seu crescimento e desenvolvimento sempre estiveram ligados ao xadrez. Devido a essa “companhia”, a menina diz não saber mais viver sem o esporte. Por ser ainda muito nova, não sabe ao certo se seria capaz de se dedicar apenas ao xadrez, mas revela que apesar de querer se formar em alguma faculdade, jamais deixará essa sua paixão em segundo plano. Seu objetivo no momento é chegar ao nível dos melhores do Brasil para poder competir nas Olímpiadas, assim como seu parceiro de entrega das premiações, Felipe.

Agatha entrega medalhas aos vencedores do xadrez no InterBand

Agatha entrega medalhas aos vencedores do xadrez no InterBand

O jovem é o quinto no ranking brasileiro dos melhores jogadores de xadrez e, neste ano, representou o Brasil nas Olimpíadas que ocorreram na Noruega. Assim como Agatha, Felipe foi apresentado ao esporte desde muito cedo. Incentivado tanto pela escola quanto por sua família, o rapaz logo pegou jeito pela coisa e com o tempo foi se apaixonando cada vez mais. Hoje em dia, apesar de ter feito faculdade de economia, Felipe vive do e pelo esporte. Além de competir mundo a fora, ensina jovens a prática do xadrez.

Felipe premia atleta no campeonato de xadrez do InterBand

Felipe premia atleta no campeonato de xadrez do InterBand

O atleta acredita que o mais importante que o xadrez acrescentou em sua vida foi o fato de poder viajar pelo mundo, conhecer novas pessoas que se dedicam ao esporte. “Conheci ‘nerds’, ricos, pobres, do oriente, do ocidente, das mais variadas personalidade e estilos”, revela Felipe. Para ele o xadrez proporciona uma intensa inclusão, diferentes de outros esportes elitistas e de maiorias.

Em função de estas e outras mil qualidades dos jovens enxadristas que o Colégio resolveu encarregar as premiações a esses atletas de mãos de ouro. Ouro não só nas medalhas e no desempenho, mas como também na pureza do amor pelo esporte. Assim, os premiados do xadrez do InterBand puderam contar e se inspirar com esses dois maravilhosos ícones.

As vantagens de jogar xadrez

Por Beatriz Girardi Langella

Hoje (24), ocorreu o campeonato de xadrez do InterBand. Essa competição, que é marcada por muito silêncio e diferentes estratégias, desenvolve habilidades que podem ajudar em momentos de pressão e concentração, como no vestibular.

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No xadrez é preciso ter muito foco para conseguir pensar tanto nas suas jogadas como nas do adversário. Além disso, é necessário ser rápido para jogar no período de tempo determinado. Essas habilidades podem ser extremamente úteis na hora de fazer provas teóricas, que requerem concentração e agilidade . O vestibular, por exemplo, é uma prova que cobra do candidato pensamentos rápidos para conseguir responder todas questões a tempo.

No colégio Albert Sabin, que tem tradição no jogo, o xadrez faz parte da grade curricular do 2º ao 5º ano. Para o técnico da escola, Antônio Carlos Rezende, se o aluno continuar a praticar a modalidade durante o ensino fundamental II e o ensino médio, ele terá uma formação emocional que pode ajudar a obter bons resultados no vestibular.

Para o técnico da equipe do Bandeirantes – e também da seleção brasileira feminina – Álvaro Zimmermann Aranha Filho, o jogo fortalece o foco e pode ajudar, não somente no vestibular, mas também a aumentar as notas. Com base nisso, o treinador desenvolve na escola aulas de xadrez pedagógico que procuram auxiliar o aluno na hora de lidar com a pressão e outros sentimentos que dificultam a boa execução de uma prova.

De acordo com o estudante e atleta Gabriel Nunes do Colégio Bandeirantes, é preciso conseguir lidar com o tempo para ganhar uma partida, assim como para obter bons resultados em uma prova. No xadrez, o jogador deve avaliar todas as possibilidades de jogada em pouco tempo, o que, após muito treino, ajuda a agilizar o raciocínio nas demais áreas.

Hugo Yoskioka, também atleta, afirma que o esporte o auxiliou a ter uma maior facilidade na área de exatas, já que a modalidade requer intensa agilidade de pensamento. Seu pai revela que, além destas vantagens, o xadrez trouxe mais calma e equilíbrio ao filho, que antes costumava ser bastante agitado.

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Essas são apenas algumas vantagens do xadrez. O esporte, que o Colégio Bandeirantes estimula a prática desde 1989, não requer contato físico, pede uma intensa concentração, dedicação, competitividade, além de ser divertido.

O torneio de xadrez foi um sucesso

Chegamos ao fim do torneio de xadrez, que foi bastante competitivo e disputado.

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Aqui as fotos do evento

Abaixo, os alunos que sagraram-se campeões em cada uma das categorias:

Pré-mirim Feminino

Campeão: Leticia Sato – Dante

Vice-Campeão: Marcella Sayão – Stance Dual

3.o lugar: Clara Guimarães – Albert Sabin; Vicky Kabbani – Stance Dual; Jully Kabbani – Stance Dual.

Pré-mirim Masculino

Campeão: Luca Oshiro Camargo – Albert Sabin

Vice-Campeão: Enzo Federzoni – Albert Sabin

3.o lugar: Ricardo Teshima – Santo Agostinho; Guilherme Outi – Albert Sabin; Nicholas Takano – Móbile;

Mirim Feminino

Campeão: Beatriz Primo e Silva – Albert Sabin

Vice-Campeão: Celina Oshiro – Bandeirantes

3.o lugar: Lara Franciuli Teodoro de Souza;  Ingrid Mebs – Albert Sabin; Laura Sadala Borges – CEB.

Mirim Masculino

Campeão: André Yoshioka – Albert Sabin

Vice-Campeão: Felipe Morinishi – Albert Sabin

3.o lugar: Thiago Lua da Silva – Albert Sabin; Igor Theodorakopoulos – Rio Branco; Paulo Nakaya – Rio Branco.

Infanto Juvenil Masculino

Campeão: Matheus Goya Outi – Albert Sabin

Vice-Campeão: Vinicius Parente Silva – Albert Sabin

3.o lugar: Hugo Yoshioka – Albert Sabin; Marciel Almeida – Bandeirantes; Luiz Martins – Bandeirantes.

 

Temos também os alunos destaque de cada escola:

 

Colégio Bandeirantes: Gustavo Callada – Professor Álvaro

Colégio Albert Sabin: Thiago Lua da Silva – Professor Resende

Colégio Mater Amabilis: Lara de Souza – Professora Viviane

Colégio Rio Branco: Pedro Plínio – Professor Rodrigo

Colégio CEB: Lucas Medeiros – Professora Parê

Colégio Stance Dual: Felipe Ferrari – Professora Sandra

 

Parabéns a todos os participantes pelo excelente campeonato!

A competição está acirrada

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Após a 3.a rodada do torneio, a competição continua muito equilibrada e ainda não é possível vislumbrar os favoritos. Faltam apenas duas rodadas para que nós possamos conhecer os campeões de cada categoria. Aguarde!

 

Começa o Xadrez do InterBand 2014

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Pontualmente, às 8h30 do dia 24 de agosto, deu-se início a competição de xadrez do InterBand 2014, com a presença dos colégios: Bandeirantes, Albert Sabin, Rio Branco, Mater Amabilis, CEB e Stance Dual. Serão 5 categorias que disputarão o torneio, a saber: pré-mirim masculino e feminino, mirim masculino e feminino e infanto-juvenil masculino.

Acompanhe a atualização de resultados nas matérias que seguirão nesse blog.

Quando o esporte une um grupo

Por Alexi Finkelstein

Algumas pessoas têm uma grande afinidade com certos esportes. Mas aqui, no Bandeirantes, parece que um grupo inteiro de pessoas tem um apelo especial para uma determinada modalidade: o vôlei, que encanta grande parte da sala CP1 do programa ISMART.

Certamente, é muita pressão para alunos com idades que variam entre 11 e 15 anos fazer parte do programa ISMART – um projeto em que os estudantes mais dedicados provenientes de escolas públicas são selecionados para ter aulas no Colégio. Estes estudantes cursam o oitavo e nono ano em suas escolas no período da manha e dedicam suas tardes às aulas no Bandeirantes, onde reforçam os conteúdos já aprendidos em salas separadas. Já no primeiro ano do ensino médio, esses alunos passam a fazer parte das mesmas turmas dos demais estudantes do Colégio. Sendo assim, é desnecessário dizer que a carga horária dos alunos da CP1 e da CP2 é excessivamente carregada. Mesmo assim, alguns estudantes conseguiram conciliar a prática regular e ávida de esportes à sua intensa rotina.

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Tudo começou quando faltavam integrantes para a equipe de vôlei para determinado campeonato, o que fez os amigos decidirem a se inscrever no time, mesmo sem terem algum interesse especial pelo tal esporte.

Depois do primeiro jogo, eles começaram a pensar em praticar vôlei e, com o incentivo e apoio de integrantes mais velhos do ISMART, passaram a competir na modalidade. Hoje em dia, pretendem jogar pela seleção do Band quando ingressarem no 1° colegial.

É realmente incrível como esses esportistas se empenham no vôlei. Eles não só chegam mais cedo ao Colégio para poder praticar o esporte, como também dedicam todos os seus intervalos a prática da modalidade. ”Sempre que dá, nós jogamos. Nunca perdemos uma oportunidade de praticar”, conta Ingrid Damaso, participante do programa. Estes são assistidos por dois jogadores mais velhos também do programa que auxiliam no treinamento e os inspiram ao praticarem o mesmo esporte.

Muitos alunos do ISMART moram longe do Band e demoram para chegar em casa. Mesmo assim, Ingrid Damaso, Lara Moccio, Matheus Souza, João Vitor Dias e Leonardo Bastos dedicam grande parte das suas noites para assistir aos jogos do InterBand, onde permanecem por cerca de duas horas a mais do que de costume, deixando o Colégio às 20 horas. Todos os jogadores afirmaram que vale muito a pena ficar até mais tarde para assistir as partidas. “É inspirador ver os atletas do Bandeirantes jogando. As partidas do InterBand têm mais peso do que os treinos ou jogos rotineiros, e isso faz os jogadores darem tudo de si”, conta Lara Movido, de 13 anos.

A história do grupo com o vôlei é pura inspiração. O esporte sempre ajudou os atletas a terem uma bonita amizade, uma vez que encontraram uma paixão em comum ao começarem a jogar juntos.