O que acontece nos bastidores do InterBand

Por: Alexia Finkelstein e Bianca Rick

As partidas todos podem ver, mas ninguém sabe quem ou o que está por trás delas. Chegou a hora de expor os bastidores do InterBand!

Todos os professores e estagiários de educação física participam da organização e operação do InterBand. Organizados em uma escala, eles se dividem durante as três semanas, trabalhando 3h a mais do que o normal, chegando em casa depois das 22 e, principalmente, aproveitando a competição. “No radinho mais da metade do que a gente ouve são piadas! E também vale a pena lembrar que é aí que vemos o resultado do nosso trabalho com os atletas e dos nossos esforços de organização”, conta a professora Daniela Godoi. Ela ainda afirma que a sala de educação física é muito mais tranquila durante o InterBand do que em dias normais. Na última quarta (26), a professora estava encarregada de computar os resultados dos jogos, que podem ser checados no “placar online”.

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O esquema todo é mais simples do que parece. Os professores já começam o dia organizando o que será feito com os alunos da última aula da tarde, que são liberados para assistir às partidas. A partir daí, 6 professores vão para as quadras, 3 em cada uma, e um professor escalado fica na sala de educação física, onde ouve e registra no blog cada ponto feito.

Quanto aos professores na quadra, um passa os resultados e outro tira fotos. Os professores responsáveis pela câmera não são mais escalados como era antes: os que mais se interessam por fotografia, como é o caso da professora Claudia Cris, substituem os fotógrafos profissionais de antigamente. “Eles já conhecem o esporte, e se tem afinidade com fotografia, tiram fotos muito mais certeiras e de momentos decisivos, que eles já esperam acontecer”, explica Daniela. O professor que observa o jogo fica responsável por filmar as partidas para o Periscope e, finalmente, o que passa os resultados é o encarregado de enviar atualizações do placares ao responsável da sala e – é claro – trazer leveza ao evento pelas piadas.

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Além disso, não podemos esquecer do Silvio! É ele que não só corre de um lugar para outro quando falta ou quando precisam de qualquer coisa, como também entrega o vale comida aos professores – e até aos jornalistas!

O professor responsável pelo blog recebe os resultados no rádio e atualiza os placares, tudo isso a partir da sala de educação física. E por falar nela, a maioria dos alunos do Band a conhece, porque a muitos já esqueceram alguma coisa e tiveram que recorrer ao achados e perdidos. É uma sala espaçosa, com duas mesas largas e muitos armários. Os da entrada são os que guardam os objetos perdidos, e o resto abriga material da educação física e os trofeus, que, infelizmente, por motivos de segurança, não estão expostos. O sonho, obviamente é conseguir um armário de vidro para expor os troféus em um local estratégico do Colégio.

A sala ainda é dividida com um depósito do Bandeirantes, que guarda as mesas da feira de ciências, as balanças utilizadas pelo departamento de educação fisica, os materiais usados quando tem votação no Colégio e muitos outros.

Lá, os professores usam os laptops do próprio Colégio, mas o melhor do ambiente todo sem dúvida é a geladeira. Frutas, sucos, marmitas e gelo. Muito gelo. O freezer de cima congela a água, e tem um pote para guardá-los devidamente ensacados. “Sempre tem alguém que se machuca, e precisamos dele na hora”, conta a professora Daniela. Os professores guardam também comida para um café-da-manhã comunitário que acontece aos sábados, no qual cada um traz algum alimento e tudo é servido em uma das mesas.

Está (ao) vivo!

Por: Lucas Akio Nakamura

Nesse sábado (29), ocorreram grande parte das finais e premiações do InterBand 2015. Esse é sempre um dia extremamente importante e movimentado. Pelo colégio estão pais ansiosos, atletas aflitos, treinadores concentrados e todos na maior expectativa para descobrir os resultados dessas últimas semanas de esporte e competição. Porém, este ano, a equipe de Educação Física organizou uma novidade que transformou completamente este dia: uma transmissão ao vivo dos jogos e eventos.

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Alguns alunos do período da tarde no dia anterior (28), podem ter notado a estranha e diferente movimentação no pátio do colégio: caixas de som sendo montadas, monitores sendo colocados em vários lugares. Instalações nada comuns para uma sexta-feira normal do Colégio Bandeirantes. O professor De Simone logo explicou que estavam preparando a transmissão do InterBand ao vivo, algo inédito para o evento e que aconteceria no dia das finais. Monitores seriam colocados por toda a escola e transmitiriam os jogos enquanto eles aconteceriam para que todo mundo pudesse acompanhar de onde estivesse. Durante as premiações de cada esporte, os mesmos monitores exibiriam fotos dos jogos daquela partida, homenageando e comemorando o resultado dos atletas. A transmissão também poderia ser acompanhada pela Internet por todos os que quisessem assistir aos jogos e às premiações mas não puderam comparecer ao evento.

Essa iniciativa renovou por completo o ambiente do colégio e ressignificou muito positivamente o evento do InterBand como um todo. Agora, se uma mãe ou um amigo estivesse na cantina comendo um lanche, mas não quisesse perder nenhum lance do jogo de handebol feminino que estivesse acontecendo na Quadra 1, não tinha problema, pois a partida estava sendo transmitido ao vivo em um monitor ali perto. Bastava se virar, olhar e torcer. Durante as premiações, com a exibição de fotos dos jogos, os parentes e amigos puderam rever os melhores momentos dos atletas sendo premiados e, assim, toda a celebração se tornou mais dinâmica e relevante. Além disso, entre os jogos e as premiações, os professores Paulo Godói e Felipe Dutra estavam sempre fornecendo comentários informativos e divertidos por meio da transmissão ao vivo.

Claramente, essa novidade foi extremamente bem-vinda. Garantiu uma nova dinâmica ao evento e ao dia das finais como um todo. Com ela, o InterBand passou a ocupar diferentes espaços do colégio, ultrapassando os limites das quadras e se tornando o protagonista daquele ambiente por um dia inteiro. Agora é só esperar para que essa prática continue e cresça ao longo dos anos.

Novidades na cobertura do InterBand

Por: Alexia Finkelstein

Não é nenhum segredo que nossa geração valoriza muito se informar a partir de imagens e vídeos. Foi com isso em mente que a equipe do InterBand decidiu alterar radicalmente a forma da cobertura jornalística para a edição de 2015.

No mês de Julho, o professor Paulo Godoi foi para um acampamento de esportes nos Estados Unidos. Lá, entrou em contato e testou o Periscope, um aplicativo de uso simples, no qual os jogos podem ser filmados e transmitidos em tempo real, ao passo que quem assiste pode comentar sobre as partidas. “No domingo, logo no primeiro jogo, às 8:30, tinham umas 60 pessoas acompanhando a partida de xadrez, o que dá uma ideia bem legal de como está indo bem essa inovação”, conta a professora Daniela Godoi. É incrível ver que cada jogo tem uma audiência online de cerca de 120 pessoas. Tudo que os professores precisam fazer é filmar – muitas vezes do próprio celular – os jogos. Ao contrário do que pode parecer, isso não prejudica o monitoramento que os professores fazem das partidas de forma alguma. Na verdade, como cada jogo já conta com cerca de 3 professores, o responsável por observar a partida acaba por filmá-las, sem prejudicar a sua função original.

Mas, para ter uma análise completa sobre o que realmente mudou é necessário levar em consideração todas as novidades trazidas pela equipe de jornalismo desse ano, formada por alunos do Open City e Idade Mídia. O time de repórteres optou por deixar de relatar os placares diversas vezes durante o dia – antes, eram cerca de 15 publicações diárias que geravam o engajamento de no máximo 40 pessoas por post. No lugar, passaram a apostar em duas postagens diárias: a tabela com todos os resultados dos jogos, e um vídeo de retrospectiva, que reúne momentos disputados de todas as partidas do dia. Pessoalmente, como jornalista do InterBand pela segunda vez, acho que assim a cobertura fica muito mais dinâmica e interessante. Os números comprovam: cada vídeo tem mais de 150 vizualizações e os posts das tabelas têm um alcance que varia entre 60 e 120 pessoas. O InterBand está se adaptando às novas demandas da audiência e passa a ter um conteúdo mais visual do que escrito. Estamos tentando oferecer isso às pessoas.

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Além disso, estamos usando novas redes. Foi sem ter algo específico em mente que a aluna Natalia Duarte, do Idade Mídia, veio com a ideia de criar um Snapchat (um aplicativo no qual compartilham-se fotos e vídeos de no máximo 10 segundos) como nova forma de cobertura: “Quando começamos a discutir sobre a cobertura do InterBand nos nossos encontros, o Snap estava com um monte de histórias internacionais sobre eventos de esporte. Veio a ideia de criar um evento para o InterBand. Então, adaptamos a ideia para algo mais simples. Vale lembrar que, atualmente, essa é a rede mais acessível”, contou Natalia. Tão acessível que as fotos e vídeos compartilhados são vistos por quase 150 pessoas diariamente. Cada detalhe foi pensado. A repórter Sabrina Vicente logo criou uma primeira versão de cartaz para divulgar o Snap. Sentimos que as páginas do Facebook e do Twitter estavam muito carregadas e isso estava atrapalhando o engajamento de seus seguidores. “Ficou muito mais legal ver a tabela no final dos dias ao invés de tentar seguir tudo que vocês iam compartilhando”, elogia a professora Daniela.

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Sem dúvidas, a página ficou muito mais interessante e agradável de seguir. Agora, com um conteúdo mais dinâmico e interativo, mais pessoas estão se envolvendo com os posts, lendo mais sobre as reportagens e acompanhando os jogos e novidades.

Xadrez e despedida

Por: Lucas Nakamura

Nesse domingo (23), aconteceu o torneio de xadrez do InterBand 2015. Com bastante competição e disputas intensas, o campeonato apresentou características singulares, como por exemplo a divisão entre os competidores por sexo (feminino e masculino), algo não muito comum em torneios de xadrez. Para contar mais sobre a experiência do torneio e sobre o esporte em si, entrevistamos as alunas Isabela Portinari e Mariana Souto Maior, do terceiro ano do ensino médio do Band, que participaram do campeonato e terminaram em terceiro lugar da categoria Infanto Juvenil Feminino.

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Comecemos pelo básico: quantos anos vocês têm, há quanto tempo jogam xadrez e quando se juntaram à equipe de xadrez do Colégio Bandeirantes?

Isabela: Tenho 17 anos agora, jogo xadrez desde os 6 anos, quando comecei a praticar na minha antiga escola. Lá, aconteciam muitas competições e o esporte era muito valorizado. No Band, entrei no primeiro ano basicamente porque eu tinha uma janela de tempo e descobri que a aula era nesse horário.
Mariana: Tenho 17 anos, aprendi a jogar xadrez quando tinha 6 anos e assim que entrei no Band, em 2009, já comecei as aulas de xadrez, porque no outro colégio em que estudava também tinha esse hábito.

O xadrez é um esporte que sofre preconceito no ramo esportivo. Alguns nem o consideram um esporte. Por que vocês acham que isso acontece?

Isabela: O xadrez é um jogo que envolve muito raciocínio e pensamento lógico. Muitas pessoas pensam que é isso que o diferencia de outros esportes, Mas, na verdade, é justamente o que o aproxima. Quando você coloca as peças em jogo e elabora qual a melhor relação entre elas para vencer o seu oponente esta fazendo algo que, por exemplo, também é necessário no futebol.
Mariana: Muita gente acha que esporte é aquilo que exercita apenas o corpo, mas isso não é verdade. Exercitar a mente é tão importante quanto e o xadrez proporciona isso, portanto é um esporte sim. Também acho que há muito preconceito porque o xadrez é um esporte que não necessita separar os competidores por idade/sexo, causando algumas polêmicas relacionadas ao machismo e ao preconceito com a idade dos jogadores.

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Vocês acreditam que aprender/praticar xadrez é algo importante e/ou benéfico para jovens do ensino fundamental e médio? Por quê?

Isabela: Acredito que realmente foi muito benéfico pra mim. Em primeiro lugar, pelo fato de ter desenvolvido meu raciocínio, algo que dá para observar os frutos quando tento resolver problemas de Olimpíadas de Matemática, por exemplo. Outra coisa que talvez tenha sido até mais importante foi a habilidade de focar – imagina como é difícil para uma criança de 6 anos sentar para jogar uma partida de xadrez durante meia hora?
Mariana: Apesar de não focar no trabalho em equipe, como outros esportes fazem, o xadrez ajuda a melhorar a concentração, a paciência e a visão de mundo dos jogadores. No jogo de xadrez, você tem que pensar em todas as possibilidades, analisar calmamente cada uma delas e só então tomar uma decisão sobre a sua jogada. Mesmo inconscientemente, todos os enxadristas acabam pondo isso em prática no dia a dia também. Manter a calma e o foco também são coisas que se aprendem muito com esse jogo e isso claramente traz diversos benefícios a vida cotidiana, como quando fazemos uma prova ou lemos um livro.

De uma forma geral, qual a opinião que vocês, como participantes e medalhistas, tiveram deste torneio no InterBand?

Isabela: Acho que uma coisa interessante desse torneio foi que já que foi separado em feminino e masculino. O feminino ficou com relativamente pouca gente, o que acabou misturando idades bem diferentes, mas isso não significou que foi fácil, já que as meninas mais novas acabaram em posições melhores que as nossas.
Mariana: Na minha experiência pessoal, foi um torneio surpreendente e ao mesmo tempo previsível. Por causa de diversos fatores (principalmente a falta de tempo), tive que parar de treinar e participar de campeonatos em 2011, portanto não estava totalmente preparada para enfrentar os adversários. Por um lado, o torneiro me surpreendeu pois percebi estar mais “fora de forma” do que pensava, porém, por outro, no fundo, eu sabia que não me sairia tão bem como antigamente. Assim como em qualquer outro esporte, o xadrez requer treinamento frequente.

Na opinião de vocês, como foi o desempenho do Band neste InterBand de xadrez?

Isabela: Acho que não sei responder direito essa daí (risos), não vi qual foi o resultado no masculino direito!
Mariana: A campeã infanto-juvenil do campeonato era do Band. Ela frequenta as aulas do professor Alvaro (treinador da equipe do Colégio Bandeirantes) e joga muito bem. Com certeza mereceu seu prêmio. Infelizmente, não pude ficar para ver o resultado masculino, mas sei que o Michel joga muito bem também.

Vocês duas estão no terceiro ano. Como é participar de um InterBand pela última vez? Vocês acham que a despedida de vocês do evento foi satisfatória?

Isabela: É sempre meio triste! Gostaria de poder ter participado de mais competições, o evento sempre me deu uma sensação boa, especialmente por jogar em casa. Os professores estão lá, os meus amigos, é uma emoção muito gostosa.
Mariana: É muito difícil passar pelo InterBand pela última vez. Para mim, também foi a última vez do InterBand de basquete, que também pratico desde 2009. Representar o colégio sempre foi uma grande honra pra mim por tudo o que ele me proporcionou e essa despedida do InterBand com certeza foi satisfatória, pois muitos abandonam os times e os treinos no último ano por causa do vestibular. Todos os atletas que continuaram até o fim merecem parabéns e sua despedida foi mais que satisfatória.

Por fim, agora que vocês estão saindo do ensino médio, pretendem continuar jogando xadrez?

Isabela: Jogando como amadora, com certeza! Agora, na faculdade, ainda não tenho certeza! Talvez (risos).
Mariana: Se tudo der certo, ano que vem estarei na faculdade e lá pretendo retomar os treinos de xadrez. Quando tive que parar de treinar com frequência, fiquei muito abalada porque desde muito nova (2004) o xadrez fazia parte da minha vida. Mesmo jogando as vezes na internet ou com algum amigo, o treino faz muita diferença. O xadrez abriu muitas portas para mim principalmente na infância, dos 6 aos 11 anos, me levando para diversas cidades para participar de campeonatos, me estimulando a conhecer novas pessoas e a ultrapassar meus limites. Será muito bom poder viver isso novamente.

Sábado de finais

Por: Jhonata Ferreira

Nesse sábado (22), tivemos várias premiações no InterBand. Do pré-mirim ao juvenil, de jogos com poucos torcedores até jogos com tantos torcidores a ponto de impedirem a entrada de mais pessoas em quadra, de torcidas calmas e amistosas até torcidas mais barulhentas. Depois de toda essa agitação, no final do dia, houve aqueles que foram embora com medalhas no peito e aqueles que não tiveram essa honra, mas não se abateram com isso.

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Os jogadores sempre encontravam ânimo após as partidas, ganhando ou perdendo. Mas como manter a energia após jogos decisivos e nos quais os atletas tinham se esforçado ao máximo para ganhar? Sem sombra de dúvidas o espírito esportivo influenciou muito nisso, já que a alegria não era exclusividade dos times campeões. Mesmo os times derrotados saiam de cabeça erguida e felizes por terem feito um bom jogo, tratando a competição com muita maturidade e respeito. As equipes não ficaram com raiva e nem se sentiram humilhadas. Cada time se esforçou ao máximo para estar no pódio e receber sua medalha e até mesmo os ganhadores reconheceram as dificuldades pelas quais os perdedores passaram.

Mas, o que foi diferencial nos campeões? Após conversar com jogadores e técnicos, pudemos perceber um certo padrão na maioria das respostas. Em primeiro lugar, a amizade com o técnico. A confiança e companheirismo são fatores que fazem parte da relação técnico-jogador das equipes vencedoras. Os jogadores percebem no técnico a experiência e organização que necessitam para a vitória. Já o treinador, nota em cada jogador uma promessa para o futuro do esporte.

Em segundo lugar, a amizade entre os próprios jogadores: muitos times têm competidores que jogam juntos há anos. Alguns até chegam a dizer que, durante a disputa, não precisam falar nada e que, apenas com o olhar, conseguem se comunicar e armar jogadas. Essa é uma estratégia especial na opinião de todos os técnicos, pois os times que ainda não tinham tal entrosamento não conseguiram muitas vitórias.

Em terceiro lugar, temos a presença de atletas federados, que segundo os próprios jogadores, são capazes de desequilibrar os jogos por já terem prática. Os maiores desafios surgem quando dois times em uma partida possuem jogadores federados e a disputa fica extremamente acirrada.

Podemos perceber que a vitória é uma questão de sorte, mas sim de esforço e treino das equipes. No final do dia, quando regressavam para suas respectivas escolas, todos se sentiam orgulhosos e felizes por sua colocação e competitividade durante o campeonato, pois foi o resultado de cada um desses fatores, sem injustiças ou desavenças.

O campeonato de Xadrez do InterBand 2015 foi um sucesso.

DSC_0029 DSC_0044Na manhã desse domingo, 23 de agosto, aconteceu o campeonato de xadrez do InterBand, e o torneio foi bastante competitivo e disputado.

Abaixo, os alunos que sagraram-se campeões em cada uma das categorias:

Pré-mirim Feminino

Campeão: Beatriz Primo e Silva – Colégio Albert Sabin

Vice-Campeão: Mariana Rodrigues – Colégio Bandeirantes

3.o lugar:  Mila Oliveira Carreira e Helena Burher Simões – CEB

Pré-mirim Masculino

Campeão: Enzo Federzoni – Colégio Albert Sabin

Vice-Campeão: Luiz Henrique Yuzo Sato – Dante Alighieri

3.o lugar: Nicholas Takano – Escola Móbile; Rodrigo Kojima – Colégio Santo Agostinho e Daniel Liao – Colégio Bandeirantes.

Infanto Juvenil Feminino

Campeão: Celina Oshiro – Colégio Bandeirantes

Vice-Campeão: Leticia Miho Sato – Colégio Dante Alighieri

3.o lugar: Mariana Souto Maior e Isabela Portinari – Colégio Bandeirantes

Infanto Juvenil Masculino

Campeão: Ricardo Teshima – Colégio Santo Agostinho

Vice-Campeão: Michel Bader – Colégio Bandeirantes

3.o lugar: Sérgio Nascimento – Colégio Bandeirantes; Lucas Yamasaki Bassi – CEB e Bruno Kodama – Colégio Santo Agostinho.

 

Temos também os alunos destaque de cada escola:

 

Colégio Bandeirantes: Celina Oshiro e Vinícius Ferreira

Colégio Albert Sabin: Beatriz Primo e Silva e Enzo Federzoni

Colégio Dante Alighieri: Leticia Miho Sato e Luiz Henrique Yuzo Sato

Colégio Magno: João Pedro Tauszig Cavalcanti

Escola Móbile: Nicholas Takano

Colégio Santo Américo: Vinicius Hata

Colégio CEB: Mila Oliveira Carreira e Eduardo Debelian

Colégio Santo Agostinho: Ricardo Teshima

 

Parabéns a todos os participantes pelo excelente campeonato!

 

Começa o campeonato de Xadrez do InterBand 2015

DSC_0007Nessa manhã de domingo, 23 de agosto, deu-se início a competição de xadrez do InterBand 2015, com a presença dos colégios: Bandeirantes, Albert Sabin, Dante Alighieri, Magno, Móbile, Santo Américo, CEB e Santo Agostinho. Quatro categorias disputarão o torneio, a saber: pré-mirim masculino e feminino e infanto-juvenil masculino e feminino.

Cada competidor participará de 5 rodadas, sem eliminatória, o que caracteriza o campeonato masculino como sistema suíço. Já o feminino, todos contra todos.

Acompanhe a atualização de resultados nas matérias que seguirão nesse blog.

Visitas internacionais

Por: Alexia Finkelstein e Bianca Rick

Giusela Bianca Estenssoro tem uma vida e uma descendência que podem ser, no mínimo, consideradas internacionais. Seu pai nasceu na Espanha e sua mãe na Bulgária. Ela nasceu e cresceu na Bolívia. Veio ao Brasil quando já era adolescente. Giusela é casada com um italiano e teve sua filha no Brasil. É o 9.o ano em que vem ao InterBand para assistir às partidas de vôlei do São Luís, onde Iohanna Estensoro pratica o esporte desde cedo.

Com essa trajetória de vida tão cosmopolita é de se esperar que Guisela tenha parentes ao redor do mundo inteiro. Alguns deles, nascidos na Argentina, são Pablo e Estéban Messner que chegaram em São Paulo há dois dias para conhecer a cidade e matar a saudade dos parentes, com quem estão se hospedando. Assim, na última partida de Iohanna, que aconteceu nessa quarta-feira (19), o InterBand teve torcedores internacionais que vieram para prestigiar a prima.

Estéban, que ainda está no colégio na Argentina, ficou surpreso com a grandiosidade do Colégio Bandeirantes e do campeonato. Ele conta que as escolas de sua cidade são pequenas e não têm cantinas ou quadras tão grandes como as do Band. “Na minha cidade, a gente tem só um campeonato o ano inteiro, as Olimpíadas, em que todas as escolas da cidade participam. Elas não são organizadas por uma escola e são diferentes daqui, onde várias escolas organizam e participam de vários campeonatos ao longo do ano”, explica o visitante argentino. Os irmãos acrescentam também o quanto estão gostando da cidade de São Paulo, já que a visitam pela primeira vez.”Tem de tudo para fazer, comer, mil passeios!”, ressaltam.

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Giusela e Iohanna também contam que adoram o InterBand. Iohanna diz que participa todos os anos do campeonato e que não é a primeira vez que traz parentes do exterior. Por exemplo, no ano passado, seu tio inglês, Hugo Estenssoro, veio assistir aos seus jogos. “Adoro participar do InterBand. É tudo super organizado e todas as equipes que competem aqui são super boas!”, elogia a jogadora. Ela diz que as equipes nunca faltam com respeito e sempre são muito bem preparadas, elevando muito o nível das partidas.

No jogo de vôlei juvenil feminino entre Band e São Luís do qual Iohanna participou, o placar acabou 2 X 0 para o time da casa. Mesmo com a derrota, Pablo e Estéban adoraram a partida e gostariam de voltar ano que vem para torcer pela “revanche” da prima.

Treino para o corpo e para a mente

Por: Isabela Sobrosa

Este ano, pela primeira vez, os atletas tiveram um acompanhamento da Orientação Educacional do colégio Bandeirantes para preparar o lado psicológico que tanto afeta na quadra. “Nós vamos trabalhando e melhorando a cada treino, mas o nervosismo ainda atrapalha muito durante os jogos”, afirma o técnico Junior de basquetebol feminino.

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Nesse primeiro momento, a profissional da área de Orientação Educacional trabalhou apenas com o técnico, não tendo contato direto com as atletas. Observando os treinos, ela reconheceu o perfil de cada menina, suas reações e a interação com técnicos para finalmente trabalhar essa relação entre o time. “O que eu mais senti diferença foi conseguir conhecer melhor as meninas, respeitar as individualidades de cada uma, tratar cada uma do jeito que elas devem ser tratadas na quadra”, diz o técnico.

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Com esse apoio as meninas se sentem muito seguras com o time, afirmam que quando estão jogando criam uma ligação, o que traz para os jogos uma incrível sintonia. Durante os jogos, Junior mantém a calma das meninas passando uma confiança com sua incrível autoestima e ressalta que o basquete acima de tudo é uma diversão para elas.

O resultado de todo este acompanhamento da Orientação Educacional pode ser visto não apenas nos placares positivos nas partidas desse InterBand, mas também na união do time.

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