Atleta inspira atleta

Por Isabela Sobrosa

Essa edição dos Jogos Olímpicos foi fechada com chave de ouro no domingo (21), deixando para o Brasil muitas histórias de superação e determinação que inspiraram a todos e nos contaminaram com o espírito esportivo.

Alvo desta inspiração foram também os nossos atletas do InterBand. Priscila Gomes, capitã do time juvenil de basquetebol, é muito dedicada ao esporte e conta que sua maior inspiração nesta edição das Olimpíadas foi a nadadora brasileira da maratona aquática, Ana Marcela Cunha. “A vida dela é treinar”, diz Priscila, entusiasmada.

Ana Marcela Cunha

Ana Marcela Cunha

Enquanto isso, Bruno Arruda, do futsal infantil, preza a solicitude de Neymar Jr perante o time. “Quando precisam dele, ele se joga e sabe muito bem o que fazer”, explica o estudante.

Neymar Jr.

Neymar Jr.

Já Paula Mantovanelli, jogadora de vôlei infantil, conta que se identifica muito com a atleta da mesma modalidade Fernanda Garay quando se trata de sua energia na quadra. Ambas se destacam por terem muita paixão pelo esporte e jogarem cada jogo com muita vontade e determinação.

Fernanda Garay

Fernanda Garay

Sem duvidas, os Jogos Olímpicos Rio 2016 inspiraram e deram uma força a mais para estes e muitos outros atletas ao longo do InterBand 2016.

Esporte no futuro

Por Matheus Nunes

Nesse sábado (20), aconteceu, no Colégio Bandeirantes, o BandPro. Trata-se de um evento que traz várias faculdades e palestrantes para auxiliar os estudantes na escolha da universidade e para tirar dúvidas de todos os convidados que tiverem interesse em suas respectivas faculdades.

O BandPro, neste ano, foi realizado em um dia com 23 jogos do InterBand e as partidas não impediram os jogadores de subirem as escadas do Band e procurarem seus sonhos profissionais fora de quadra.

O esporte pode ser uma possível profissão para alguns e um passa-tempo para outros. Este fim de semana foi perfeito para jogadores de cerca de 13 colégios terem a oportunidade de entrarem em salas com seus amigos, fazerem perguntas, ganharem brindes e ouvirem explicações sobre seu futuro.

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Algumas alunas do Bandeirantes falaram um pouco sobre o esporte no futuro de suas vidas. “Certamente, o esporte fará parte do meu futuro, mesmo que não no nivel profissional, já que ele sempre ajudou a me acalmar e a enxergar melhor meus problemas”, comentou Isabela Parizotto, jogadora de futebol e vôlei infantil. “Ao entrar no Bandeirantes, optei por entrar na faculdade ao invés de investir em um esporte. Já vi o vôlei como um meio de viver a minha vida, mas hoje é o meu melhor passa tempo”, contou Malika Machado, jogadora de vôlei infantil. “Vejo o esporte no meu futuro, com certeza. Não o handebol, que é o que eu jogo pelo colégio, mas o hipismo. Eu penso, às vezes, em seguir carreira, porém sempre continuando com o estudo, com uma faculdade. O Bandpro só me incentivou mais a escolher o curso que já pensava em fazer”, compartilhou Carolina Nascimento, goleira de Handebol Infantil.

Acabou o campeonato de xadrez, e foi um sucesso!

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Na manhã desse domingo, 21 de agosto, aconteceu o campeonato de xadrez do InterBand, e o torneio foi bastante competitivo e disputado.

Abaixo, os alunos que sagraram-se campeões em cada uma das categorias:

Pré-mirim Feminino

Campeão: Teodora Parreira – Santo Américo

Vice-Campeão: Giulia Higuchi – Catamarã

3.o lugar:  Luiza Muller – Stance Dual

4.o lugar: Nathaly Bezerra – Unibes

Pré-mirim Masculino

Campeão: Nicholas Takano – Bandeirantes

Vice-Campeão: Rodrigo Kojima – Santo Agostinho

3.o lugar: Rafael Ferreira – Catamarã

4.o lugar: Yuri Funayama – Dante

Mirim Masculino

Campeão: Marcello Sangiovanni – Dante

Vice-Campeão: Jefferson Carvalho – Unibes

3.o lugar: João Vitor da Silva – Unibes

4.o lugar: Artur Hata – Bandeirantes

Infanto Juvenil Feminino

Campeão: Celina Oshiro – Bandeirantes

Vice-Campeão: Ana Luiza Ferreira – Catamarã

Infanto Juvenil Masculino

Campeão: Kleyton Lima – Ap, Rahl

Vice-Campeão: Michel Bader – Bandeirantes

3.o lugar: Sergio Cristovão – Bandeirantes

4.o lugar: João Carlos Pistori – ETEC Takashi

 

Temos também os alunos destaque do torneio:

 

Colégio Bandeirantes: Sérgio Cristovão

Colégio Unibes: Nathaly Bezerra e Jefferson Pereira

Colégio Dom Bosco: Arthur Carinhanha

Colégio Stance Dual: Marina Sant’Anna

Colégio CEB: Pedro Succi

 

 

Parabéns a todos os participantes pelo excelente campeonato!

Começa o campeonato de xadrez do InterBand 2016

Nessa manhã de domingo, 21 de agosto, deu-se início a competição de xadrez do InterBand 2016, com a presença dos colégios: Bandeirantes, Albert Sabin, Dante Alighieri, Magno, Móbile, Unibes, Dom Bosco, Catamarã, Stance Dual, CEB e Santo Agostinho. Cinco categorias disputarão o torneio, a saber: pré-mirim masculino e feminino, mirim masculino e infanto-juvenil masculino e feminino.DSC_2155

Acompanhe a atualização de resultados nas matérias que seguirão nesse blog.

Vermelho, preto e branco

Por Maria Eugênia Correa

Para algumas culturas, as cores de sua bandeira carregam uma simbologia: memorias, sentimentos, orgulho, aspectos culturais e até mesmo referência fisica e geográfica. Quando um país, estado da federação ou mesmo os municípios criam suas bandeiras acabam retratando as suas crenças, seus princípios e ideais, representando a sua sociedade, um grupo de pessoas que levam a sua identidade.

Trata-se de um símbolo visual que se faz presente sem depender de palavras. Basta que apareça e automaticamente leva o cidadão a lembrar do seu país e à memória de seu povo. Cores e a bandeira estão ligadas entre si.

Assim como outras escolas, o Colégio Bandeirantes também tem sua bandeira, as cores que o representam estampadas nos uniformes de nossos atletas. Vermelho, preto e branco retratam as cores do Estado de São Paulo, cujo nome – os Bandeirantes – nos lembra nossa história. O vermelho representa a força, energia, amor, poder, liderança. O preto significa poder,modernidade. E finalmente o branco que significa paz, simplicidade e união.

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Coincidentemente, e somente como curiosidade, o fundador do Colégio Bandeirantes, antigo Ginásio Bandeirantes, Sr. Antonio de Carvalho Aguiar, teve nas cores da sua escola a lembrança do seu time de coração, Sao Paulo Futebol Clube, que por sua vez também homenageou o Estado de Sao Paulo.

Dessa forma, independentemente do lugar, do momento e da situação, todas as vezes em que vemos as cores preto, vermelho e branco sentimos mais próximos do nosso Colégio Bandeirantes. Se for num jogo, nosso coração até bate mais forte na certeza de estarmos defendendo a nossa bandeira.

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Dos benefícios psicológicos aos benefícios físicos

Por Nicole Grossmann

Como em toda competição esportiva, os participantes sentem uma ansiedade que vai sendo controlada com treino e o costume de jogos. No caso do InterBand, a maioria dos atletas começa o campeonato com um grau de nervosismo alto, que vai diminuindo com a frequência das partidas. Com este controle emocional, podemos conseguir nos manter calmos até mesmo em provas e em outros momentos desgastantes da nossa vida.

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Fisicamente, os beneficios do esporte são muitos também. Eles vão desde a maior oxigenação cerebral, o que reduz as chances de desenvolvimento de diversas doenças degenerativas, como Parkinson e Alzheimer, até a diminuição de problemas como diabetes, hipertensão e altos níveis de triglicérides. Além disso, novos estudos vem comprovando a eficácia do esporte no combate de stress e ansiedade. Antigamente, estes aspectos não eram relacionados com o exercício. Risadas e amigos são essenciais para o tratamento de diversas doenças, e essas são duas coisas que não faltam nas partidas, mesmo na plateia ou bastidores.

Os reencontros do InterBand

Por Beatriz Moreira

O InterBand é um evento esportivo que ocorre todos os anos no Colégio Bandeirantes, no mês de agosto. O campeonato reúne sempre diversas escolas. Os participantes são alunos que fazem parte do time que representa sua instituição. Não é incomum que um mesmo estudante participe da competição em mais de uma edição. Vale lembrar que as modalidades se dividem por idade: pré-mirim, mirim, infantil e juvenil.

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Além da competição esportiva, o InterBand é um espaço que promove a interação entre os atletas. Antes dos jogos começarem, todos têm tempo de conversar uns com os outros, tornando o ambiente mais agradável e tranquilo, diminuindo a pressão e ansiedade dos competidores. Por conta da participação recorrente de alguns atletas, muitos alunos já se conhecem e quando jogam, mesmo que competindo, também ficam felizes com os reencontros. Assim, os jogos ficam mais divertidos e todos têm mais uma razão para aguardar ansiosamente pela competição no ano seguinte!

O poder das arquibancadas

Por Isabela Sobrosa

Pela primeira vez na história, as Olimpíadas são no Brasil. Ao mesmo tempo, acontece o nosso campeonato, o Interband. Esse espírito esportivo que os Jogos Olímpicos trazem deixa todos conectados aos esportes, tanto no conforto do sofá quanto nas agitadas arquibancadas, e, com certeza, torna o campeonato bandeirantino ainda mais especial.

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Os brasileiros são conhecidos por sua incansável animação, característica que está muito presente em cada evento esportivo desta edição olímpica. Essa emoção também se mostra assiduamente nas partidas do InterBand, tanto para o time da casa quanto para o time visitante, e, sem dúvida, interfere muito na quadra. “A torcida levanta o time em momentos de tensão no jogo, faz os jogadores darem um esforço a mais quando preciso”, conta Artur Arouca, atleta do futsal. Além do incentivo, a arquibancada ajuda o atleta a não perder a cabeça, explica Daniela Sampaio, do basquetebol. “Quando estou nervosa ou brava porque estamos perdendo, a torcida dá uma força para eu não perder o foco nem desistir”, detalha a atleta.

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Por outro lado, os gritos de incentivo para o time oponente podem comprometer a atenção e o desempenho dos atletas, como conta Sianna Baron, do basquetebol. “Às vezes, eu me sinto com a obrigação de provar para a torcida dos adversários que nosso time também é capaz de jogar muito bem, o que normalmente não dá certo, pois me deixa mais nervosa”, exemplifica.

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O importante é que, no final da partida, a torcida sempre estará lá, seja na alegria ou na tristeza, para parabenizar o desempenho dos atletas.

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É a vez das mulheres

Por Beatriz Lazari

O InterBand esse ano está ainda mais especial. O motivo é que o evento está ocorrendo ao mesmo tempo que os Jogos Olímpicos Rio 2016. Neste cenário, vem chamando a atenção de muitos usuários nas redes sociais a junção dos esportes com uma outra pauta que também está muito em alta: a luta pelos direitos das mulheres.

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Na Olimpíada de 2016, vemos um destaque das mulheres em algumas modalidades. No vôlei, no futebol, no judô e em muitos outros. Uma das atletas de destaque é Marta, que já foi eleita 5 vezes a melhor jogadora de futebol do mundo e já marcou muito mais gols pela seleção do que o Neymar, por exemplo. Outra é Rafaela Silva, uma mulher negra, que veio da periferia e que é lutadora de judô. E ainda temos Simone Biles, que para muitos é a maior ginasta de todos os tempos.

Com a crescente luta das mulheres por seu espaço e seus direitos, essas conquitas olímpicas ficaram ainda mais visiveis na mídia e aos olhos dos espectadores. Isso é a representatividade da mulher em um universo bastante machista que é o universo dos esportes. A ideia de que a mulher é fraca e incapacitada para atividades físicas caiu por terra.

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Tendo isso em mente, entrevistamos mulheres que participam do InterBand para ouvir suas opiniões sobre o assunto. “O homem pensa que ele pode, que ele consegue e a mulher tem que pensar igual. O machismo existe e não tem como negar. Mas o fato de ele existir faz com que a gente seja mais forte. Isso faz com que nós tenhamos mais garra, mais vontade de ganhar e mais confiança. Eu acredito que no esporte, seja mulher ou homem, não existe barreira pra ninguém”, explicou a treinadora do time de voleibol infantil feminino do Band.

“As mulheres estão dando tudo de si. Por exemplo, as meninas do futebol. Elas já ganharam nessa Olimpíada, estão fazendo de tudo pra ganhar, e o masculino chegou um pouco morno, achando que já estava fácil”, acrescentou Malika, uma jogadora do time. “Cada vez mais as mulheres estão ganhando espaço na sociedade. E as Olimpíadas estão mostrando que as mulheres servem sim para o esporte e não só pra ficar em casa. Nós podemos conquistar o que nós quisermos”, concluiu a atleta.

No final, o evento, que tem um destaque bastante grande no âmbito nacional e no internacional, veio para dar mais poder a essas pessoas que estão em uma luta diária para terem o reconhecimento que merecem. Por isso, eventos esportivos são tão importantes não só para espalhar por aí um significado muito lindo de união e incentivar a pratica de atividades físicas, mas também para serem palco de luta e resistência para quem precisa ser visto. E este ano é a vez das mulheres.

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Ex-aluno do Band faz história e joga pela seleção brasileira de handebol nos Jogos Olímpicos Rio 2016

Por Beatriz Ishikawa, Laura Salzedas e Maria Eugênia Correa

Nessa quinta (11), tivemos o grande prazer de conversar não só com um grande atleta olímpico, mas também com um ex-aluno do Band, o jogador de handebol Oswaldo Guimarães.

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Ocupado com os jogos e com toda a concentração que é preciso ter quando se joga uma Olimpíada, o atleta cedeu um pouco de seu tempo para nós, em uma entrevista exclusiva.

Para começar, perguntamos como foi sua trajetória até o handebol profissional. Sua jornada começou em 2000, quando ainda estava na 5ª série, no Colégio Santa Marcelina, onde começou a jogar. No final de 2002, foi para o Esporte Clube Pinheiros, onde passou por todas as categorias de base do clube e da seleção. Oswaldo jamais interrompeu seus estudos e, em 2013, se formou na Escola Politécnica da USP, que ministra aulas de engenharia. No ano seguinte, se transferiu para o Villa de Aranda da Espanha, onde jogou por 3 temporadas. Após o término dos Jogos Olímpicos, Oswaldo nos contou que se apresentará em Anaitasuna, equipe também da liga espanhola.

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Curiosas, perguntamos quando ele percebeu que era aquilo que ele queria e se seus pais aceitaram sua escolha pelo esporte profissional. Oswaldo explicou que tudo foi acontecendo muito naturalmente e que sempre gostou de praticar esportes. Foi por isso nunca largou as quadras. O destino fez com que esse gosto virasse profissão. Segundo o atleta, seus pais nunca o forçaram a praticar nem a desistir. Eles percebiam que aquilo fazia bem para Oswaldo. Assim, eles sempre o apoiaram. A sua única exigência era que o filho nunca deixasse de estudar.

Falando dos dias atuais e do resultado de tanto esforço, perguntamos como está sendo participar dos Jogos Olímpicos Rio 2016, especialmente por o evento estar acontecendo aqui no Brasil. Oswaldo nos disse que isso sempre foi seu sonho, principalmente desde que chegou no Pinheiros e viu os atletas da categoria adulta chegando de Atenas, em 2004. Assim, o desejo de fazer parte de uma Olimpíada sempre esteve presente, mas que foi só nos últimos 4 anos que ele viu que esse sonho poderia se tornar realidade. Revelou ainda que jogar em casa está sendo incrível, já que o ginásio lotado em todos os jogos e a força da torcida estão fazendo diferença! Eles nos contou que a sensação é indiscritível.

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Pensando em políticas públicas, perguntamos como o atleta acha que o esporte pode ser cada vez mais apoiado no Brasil. Ele respondeu que acredita que o esporte pode ser usado como política social de inclusão e de incentivo a educação.

Por fim, pedimos para que deixasse uma mensagem para os alunos do Band. “Gostaria de dizer aos alunos que se dediquem sempre aos estudos, mas que não deixem de fazer aquilo que gostam e lhes faz bem. Há tempo para fazer de tudo e o importante é saber o momento de cada coisa!”, aconselhou Oswaldo.

Dessa forma, nossa entrevista chegou ao fim. Foi uma grande oportunidade conversar com um atleta olímpico e ex-aluno do Band. Ao Oswaldo, nosso mais sincero obrigada. Nós da equipe da Cobertura Interband desejamos o melhor para você e para a seleção masculina de handebol! Aos atletas que disputam o InterBand, esperamos que esta história seja um exemplo e motive a busca dos seus objetivos!